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Quarta-feira, 22 de Junho de 2022, 07h:16 - A | A

MÉDIA NACIONAL

Custando R$ 6,99, Mato Grosso tem a 4ª gasolina mais barata do Brasil

Dados foram divulgados nesta terça-feira (21) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

JOÃO AGUIAR
DO REPÓRTER MT

Com o litro da gasolina chegando aos R$ 7 nos postos de combustíveis de Cuiabá, Mato Grosso tem a 4ª gasolina mais barata do país, com R$ 6,99. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (21) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Ranking comparativo dos maiores valores registrado do preço do combustível entre todos os estados do Brasil colocou MT no 16º lugar.

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O Repórter MT publicou na manhã de terça que após o reajuste da Petrobrás, na última sexta-feira (17), o preço da gasolina segue aumentando nos postos de Cuiabá. A média de segunda era de R$ 6,80, mas nesta manhã, o litro já está chegando na casa dos R$ 7 e não deve parar.

Mesmo custando quase R$ 7, o valor em Mato Grosso está abaixo do preço médio do litro da gasolina no país, que ficou em R$ 7,232 na semana passada. Os dados são referentes aos dias 12 a 18 de junho.

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O preço mais baixo registrado em MT foi R$ 6,30 o litro e o mais alto foi de R$ 7,950.

O valor médio mais alto é na Bahia, com R$ 8,037. O maior valor cobrado foi encontrado foi no Rio de Janeiro, com o litro custando R$ 8,990. Já o menor foi registrado em um posto de São Paulo, com R$ 6,170.

 

Logo após o anúncio da Petrobras sobre o reajuste nos valores da gasolina em 20 centavos e do óleo diesel em 70 centavos, o Repórter MT conversou com o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de Mato Grosso (Sindipetróleo).

O vice-presidente do Sindicato, Claudyson Martins Alves, não recebeu a notícia com surpresa e disse que o aumento na bomba deveria ser sentido pelo consumidor no começo desta semana.

“Tudo indica que os combustíveis vão continuar aumentando, por causa do cenário internacional, em razão da guerra na Ucrânia e Rússia, e o preço do barril do petróleo no exterior, inflação interna e o aumento na cotação do dólar”, analisou.

Confira tabela:

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