DA REDAÇÃO
Ex-presidente da Ager, Eduardo Moura, em entrevista ao
, acusou o MPE-MT de usar de maldade na operação Rota Final, em que é acusado de fraudar licitação para concessão do transporte intermunicipal em MT. Os valores chegam a R$ 11 bilhões em 30 anos.
Moura disse que, por terem [promotores] vazado trechos de suas conversas telefônicas picotadas, os promotores tiraram do contexto as falas. "As pessoas estão misturando e querendo ver maldade; se eles degravaram eles sabem a conversa inteira', disse.
O Ex-presidente nega que tenha impedido deliberadamente o processo licitatório, mas apontou falhas no certame que poderiam comprometer a operação. "Não vou concordar em fazer uma licitação que eu sei que está errada, argumenta.
>>> Receba as principais notícias de Mato Grosso em primeira mão. Clique aqui!
"No pensamento deles [MP], ao discordar da [forma] eu não concordava com a licitação e virei persona non grata; eles devem ter minhas conversar cobrando celeridade. Eles estão exacerbando o que a Constituição determina, eles vêm ultrapassando os limites, criando uma entidade acima", diz. Moura diz que é do Brasil, onde há uma política entre MP e Judiciário, de desclassificar o político, todo mundo é bandido e nós vamos mandar nisso aqui.
Veja na íntegra a entrevista.
SUPOSTA RETALIAÇÃO
Moura acredita que o governador Pedro Taques não interferiu na operação, já que ele assinou a carta de repúdio ao governo, montada por ex-aliados. "A investigação nasceu da delação do Silval [Barbosa]. "Acho que o governador, em relação a essa operação, não tem nada a ver", diz.
















Alice Santana 23/05/2018
Muito esclarecedora a entrevista do Eduardo Moura. Está de parabéns. Mostrou a verdade. Já o MP....é triste a sociedade mato-grossense arcar com altos custos para manter 2 prédios do MP, sendo um verdadeiro palácio com regalias, e agora deparamos com essa aberração do MP, que atrapalha a vida do usuário dos serviços públicos.
1 comentários