Assessoria

Segundo o governador, essa seria uma chantagem do ex-secretário de Segurança que denunciou escutas ilegais.
DA REDAÇÃO
O governador Pedro Taques (PSDB) afirmou nesta sexta-feira (12), que o promotor de Justiça, Mauro Zaque, enquanto secretário de Segurança Pública, teria tentado intervir na escolha do procurador-geral da Justiça do Ministério Público Estadual (MPE) para o biênio 2015/2017.
Zaque teria exigido a nomeação do promotor José Antônio Borges, como chefe MPE, o que não foi cumprido pelo governador, que nomeou Mauro Curvo.
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“O Zaque disse que estaria negociando com o grupo do José Antônio Borges e que era para que eu o nomeasse como chefe. Mas eu escolhi o Mauro Curvo, porque foi o mais votado pelos promotores e procuradores. Eu não aceito chantagem de quem quer que seja”, explicou o governador.
Segundo o governador essa situação teria sido usada como chantagem porque Zaque denunciou supostas escutas telefônicas clandestinas, que seriam operadas pela Polícia Militar e que envolveriam pessoas com prerrogativa de foro.
Apesar de não ter atendido este ‘pedido’, assim como a exigência da troca do Comando Geral da PM, Taques disse que Zaque tenha levado o caso dos ‘grampos’ ilegais ao MPE, como forma de vingança.













