RepórterMT

O ex-governador Silval Barbosa (PMDB) era o chefe do Executivo Estadual quando o esquema de escutas ilegais começou.
DA REDAÇÃO
A denúncia do grande esquema de escutas clandestinas, chamado "barriga de aluguel", aponta que as interceptações tiveram início em 2014, durante o governo Silval Barbosa (PMDB).
Um dos "grampeados" foi o advogado José do Patrocínio, que atuou na coordenação jurídica da campanha do então candidato ao governo, Lúdio Cabral (PT), nas eleições de outubro daquele ano.
>>> Receba as principais notícias de Mato Grosso em primeira mão. Clique aqui!
O escândalo das escutas foi denunciado pelo promotor de Justiça, Mauro Zaque, que citou que o esquema era chefiado pela alta cúpula da Polícia Militar de Mato Grosso. Os alvos tiveram os nomes incluídos ilegalmente em uma investigação de tráfico internacional de drogas.
Para Patrocínio, a inclusão de seu telefone causou "estranheza", pois sempre atuou com Direito Eleitoral, sem ter qualquer envolvimento com a área criminalística. Na denúncia, o promotor Mauro Zaque contaria que, a ordem de grampo, partiu de Pedro Taques, mas vale lembrar, em 2014, Taques não era o governador.














Luciano 16/05/2017
Bando de palhaços esse governo. Se já sabiam que era Silval porque não denunciaram. Prevaricou mais uma vez. Cada vez que esse governo da destruição fala mais se afunda
Maria 15/05/2017
😂😂 tava demorando pra colocar a culpa no Silval
2 comentários