DA REDAÇÃO
As contas bancárias do Mixto Esporte Clube e da empresa MS Promoções, Eventos e Produções Ltda., do empresário cuiabano Mário Zeferino, foram bloqueadas por determinação da juíza Laiz Alcântara Pereira, do Núcleo de Conciliação do Tribunal Regional do Trabalho (TRT). De acordo com a decisão, da conta do Mixto a quantia a ser retirada é de R$ 631.381,28. Já com relação à empresa, o valor devido é de R$ 535.560,16.
A medida foi tomada pela Justiça do Trabalho, em decorrência de irregularidades cometidas pelo empresário, na prestação de contas da partida realizada no dia 2 de abril passado, na Arena Pantanal, pela Copa do Brasil, entre Mixto e o Santos Futebol Clube. O empresário Mário Zeferino afirmou que ainda não teve conhecimento da decisão, e que fez a prestação de contas como foi exigido pela Justiça do Trabalho. Mário Zeferino afirmou que não teve conhecimento da decisão. Ele alega que fez a prestação de contas, conforme a Justiça do Trabalho exige.
PARTIDA
O jogo teve público de 17 mil expectadores e foi a primeira partida oficial na Arena Pantanal, no dia 02 de abril. De acordo com o organizador do evento, Mário Zeferino, foram vendidos 13.194 ingressos, outros 3.806 foram divididos como cortesia para órgãos públicos e patrocinadores.
A Secopa à época argumentou que o número era de 16.800 pessoas nas arquibancadas, 1.800 nos camarotes, 1.500 operários, e mais os convidados, que não foi apresentado a quantidade de cortesias cedidas. Ao todo, sem contar as cortesias, o público foi de 20.100 torcedores, o que gerou uma pequena confusão.
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“Não foi esse o número, isso está errado, o correto é o número que eu estou fornecendo”, disse Mário Zeferino contestando a informação repassada pela Secopa. Segundo o empresário, a renda da partida foi de R$748,760 mil, o valor foi dividido entre a empresa organizadora e a equipe do Mixto, que em virtude de dívidas trabalhistas e outras pendências teve o valor retido antes mesmo de entrar no cofre da equipe.























