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VARIEDADES / EX-CASAL

Após término com Cíntia Chagas, Rubens Barrichello avalia ‘erros e acertos’ na vida romântica

Durante conversa com o Terra, piloto também falou sobre sua despedida 'simbólica' da F1 e mais

Reprodução

Namoro de Rubens Barrichello e Cíntia Chagas chega ao fim em menos de um mês.

Namoro de Rubens Barrichello e Cíntia Chagas chega ao fim em menos de um mês.

REGINALDO TOMAZ
TERRA



O piloto Rubens Barrichello, de 54 anos, ficou solteiro recentemente após o término com a palestrante Cíntia Chagas, de 43. Em entrevista exclusiva concedida ao Terra, ele falou sobre ‘erros e acertos’ na vida amorosa e o pico de interesse em sua vida pessoal após a divulgação do namoro.

O romance entre Rubinho Barrichello, como também é conhecido, e Cíntia Chagas apenas se tornou público após seguidores desconfiarem da razão dos dois estarem viajando e turistando nos exatos mesmos destinos. Na época, mesmo com a repercussão, o piloto evitou o assunto. A palestrante, em contrapartida, confirmou que se tratava de um namoro.

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Questionado sobre a resistência, Rubinho afirmou que, mesmo sendo uma personalidade pública, sempre prezou pela discrição na vida pessoal. “Sou uma pessoa pública, mas não procuro me expor. Gosto da minha privacidade, gosto dos meus momentos”.

“E no fim é aquilo, tem muita gente que comenta, comenta e quando percebe perdeu um tempão da vida se expondo, fazendo comentários. Então, eu vivo a minha vida numa felicidade enorme, vivo todas as emoções, pelos acertos, pelos erros, e é isso. Quero que a minha emoção continue aqui à flor da pele, me deixando cada dia mais feliz”, completou.

Despedida da F1

Recém-solteiro, Rubens Barrichello também prepara um novo passo profissional. Último brasileiro a conquistar uma corrida de F1 – no GP da Itália, em 2009 –, ele nunca teve uma despedida oficial. Pelo contrário, sua saída da categoria, em 2011, foi marcada um contratempo com a Williams, que o trocou por Bruno Senna e o deixou sem assento no grid.

Depois de 15 anos desse encerramento abrupto, ele está de volta à F1, o piloto fará sua despedida simbólica no GP de São Paulo, em Interlagos, usando, após muitas reformas, um dos carros que usou nos velhos tempos. Perguntado sobre esse ‘gran finale’, ele falou:

“Cara, é mágico. Foi uma luta muito grande fazer isso, a gente tentou fazer durante todos esses anos, eu sempre quis fazer isso [uma despedida oficial da Fórmula 1] e ser agraciado dessa forma é um sonho. Guiar o carro que eu guiei na minha última corrida, naquela última volta e realmente poder me despedir, do público, da F1, é realmente mágico”.

Com relação aos desafios de executar essa despedida, Rubens citou algumas questões burocráticas e logísticas, como apoio comercial, preparo físico e a reforma do carro. Ao longo dos anos, ele recorreu à psicologia e outras terapias alternativas para lidar melhor com a ausência dessa despedida e, segundo o próprio, se encontrou em muitas delas.

“Em todo o meu viver, eu tive a oportunidade de apreciar coisas que eu tinha controle e de coisas que eu não tinha controle. Dentro disso, eu fiz muitas consultas [terapêuticas], tanto de astrologia como numerologia. E aí eu fui entender que a gente tem formas de olhar as coisas,  às vezes é algo que parece difícil, mas você pode ver como livramento”, refletiu.

A despedida de Rubens Barrichello terá amigos, familiares e até a ex-esposa do piloto. Segundo ele, apesar de terem terminado, ela fez parte da sua carreira e merece espaço.

Os filhos dele, Dudu e Fefo Barrichello, também devem estar presentes, de um jeito ou de outro. “Eu só sei que o Eduardo com certeza tem corrida no mesmo dia em Monza, num lugar muito especial pra mim. O Fernando ainda a gente tá vendo, mas mesmo que não consiga estar pessoalmente tenho certeza que alguma coisa a gente vai conseguir fazer”.

Parceiro de longa data da Ale, distribuidora de combustíveis, ele finalmente viabilizou o ‘gran finale’ na F1, que está marcado para o próximo domingo, 8, em Interlagos (SP).

Apesar da despedida, o piloto continua na ativa em outras categorias, como Stock Car, e torcendo de longe pela nova geração, representada por Gabriel Bortoleto e Rafael Câmara. “Nós temos talentos enormes, o que a gente precisa é de apoio, apoio das confederações, apoio do Brasil, apoio dos patrocinadores, para que a gente não fique como estava, sem brasileiros na categoria. Eu, com certeza, vejo uma luz muito grande aí no futuro”.

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