ANDRÉA HADDAD
Apesar da promessa de campanha, o prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (PSB) declarou nesta segunda (4) que as obras do novo Hospital e Pronto Socorro de Cuiabá (PSMC) só vão começar no início em 2014 e devem ser encerradas no terceiro ano de gestão do socialista. O anúncio do local vai ser feito no próximo dia 25 de março.
“A partir dai, começamos a correr atrás de projetos e recursos para licitarmos a obra e iniciarmos os trabalhos no início do próximo ano”, frisou o chefe do Executivo, em coletiva no atual PSMC, construído há cerca de 25 anos.
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Mauro avalia três áreas para instalar a nova unidade de saúde, sendo elas na Avenida das Torres, em frente ao Jardim Itália ou do Centro de Eventos do Pantanal.
O critério de escolha, segundo ele, é acessibilidade, condições geológicas do terreno para minimizar o custo de fundação e terraplanagem, e a existência de rotas alternativas. “Hoje se tiver uma batida na rua em frente ao PSMC e interromper o trânsito, não tem como entrar no Pronto Socorro, e isso pode significar a perda de uma vida”.
Orçado inicialmente em R$ 40 milhões, Mauro estima que a obra vai custar mais em função da necessidade de construir um hospital junto com o Pronto Socorro. “Estivemos no Ministério da Saúde, eles estão à disposição para nos ajudar. Precisamos elaborar o projeto e atender às exigências da pasta, como ter a verba da contrapartida e mudar o sistema de gestão para ser administrada por uma empresa pública de direito privado”.
O prefeito também aproveitou a visita ao PSMC para fazer um balanço da gestão na área. Segundo ele, as policlínicas que contavam com 48 médicos assim que assumiu, já têm 108 profissionais. “O número ideal é de 120 médicos para oferecermos as três ou quatro especialidades aos pacientes, dependendo do caso”. Mauro também destacou a realização de concurso público e o pagamento em dia do prêmio saúde, o chamado “mensalinho”, dos profissionais.
Segundo o gestor, seis funcionários da área de saúde foram exonerados por não comparecimento ao serviço ou demonstração de desinteresse. “Algumas mudanças são graduais e acontecem para que a máquina da saúde comece a melhorar”.








