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04 de Março de 2013, 17h:16 - A | A

POLÍTICA / APESAR DO CAOS

Obra do novo PSMC só começa em 2014; Mauro ainda avalia áreas

Mauro, em campanha, prometeu entregar este ano novo PS, mas ainda avalia área na Avenida das Torres, em frente ao Jardim Itália ou do ao lado do Centro de Eventos do Pantanal para instalar obras

ANDRÉA HADDAD



Apesar da promessa de campanha, o prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (PSB) declarou nesta segunda (4) que as obras do novo Hospital e Pronto Socorro de Cuiabá (PSMC) só vão começar no início em 2014 e devem ser encerradas no terceiro ano de gestão do socialista. O anúncio do local vai ser feito no próximo dia 25 de março.


“A partir dai, começamos a correr atrás de projetos e recursos para licitarmos a obra e iniciarmos os trabalhos no início do próximo ano”, frisou o chefe do Executivo, em coletiva no atual PSMC, construído há cerca de 25 anos.

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Mauro avalia três áreas para instalar a nova unidade de saúde, sendo elas na Avenida das Torres, em frente ao Jardim Itália ou do Centro de Eventos do Pantanal.


O critério de escolha, segundo ele, é acessibilidade, condições geológicas do terreno para minimizar o custo de fundação e terraplanagem, e a existência de rotas alternativas. “Hoje se tiver uma batida na rua em frente ao PSMC e interromper o trânsito, não tem como entrar no Pronto Socorro, e isso pode significar a perda de uma vida”.


Orçado inicialmente em R$ 40 milhões, Mauro estima que a obra vai custar mais em função da necessidade de construir um hospital junto com o Pronto Socorro. “Estivemos no Ministério da Saúde, eles estão à disposição para nos ajudar. Precisamos elaborar o projeto e atender às exigências da pasta, como ter a verba da contrapartida e mudar o sistema de gestão para ser administrada por uma empresa pública de direito privado”.


O prefeito também aproveitou a visita ao PSMC para fazer um balanço da gestão na área. Segundo ele, as policlínicas que contavam com 48 médicos assim que assumiu, já têm 108 profissionais. “O número ideal é de 120 médicos para oferecermos as três ou quatro especialidades aos pacientes, dependendo do caso”. Mauro também destacou a realização de concurso público e o pagamento em dia do prêmio saúde, o chamado “mensalinho”, dos profissionais.


Segundo o gestor, seis funcionários da área de saúde foram exonerados por não comparecimento ao serviço ou demonstração de desinteresse. “Algumas mudanças são graduais e acontecem para que a máquina da saúde comece a melhorar”.   

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