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Cuiabá, 13 de Junho de 2026
13 de Junho de 2026

17 de Julho de 2012, 16h:44 - A | A

POLÍTICA / CORRIDA AO ALENCASTRO

Cuiabá é 18ª capital no ranking de gastos de campanha

Enquanto Lúdio gastará R$ 9,8 milhões, Grassi tem previsão R$ 1 milhão

GUSTAVO NASCIMENTO



Cuiabá é 18ª capital no ranking de gastos eleitorais dos candidatos à Prefeitura.  Pesquisa feita pelo Repórter MT, mostra que no Brasil são 192 concorrentes a gestão municipal, que têm a previsão de investir R$ 1,2 bilhão. A média nacional é de R$ 6,5 milhões por candidato. Já o valor empregado pelos buscam uma vaga no Palácio Alencastro é em média R$ 4,6 milhões.
 

Os valores são uma estimativa do limite de gasto máximo para a campanha e podem ou não ser efetivamente empenhados. Uma resolução do TSE - veja aqui - permite a ampliação do limite durante a campanha, mediante solicitação justificada e com a autorização da Justiça Eleitoral.

 

Lúdio Cabral (PT) foi quem surpreendeu em relação ao dinheiro. Ele coligou com o PMDB, do governador Silval Barbosa e do vice-presidente da República Michel Temer, acabou ganhando força política.


Lúdio terá o apoio dos governos federal e estadual, com direito a inserção de imagens da presidente Dilma Rousseff na propaganda eleitoral na TV e no rádio. Além de um maior tempo no horário eleitoral gratuito.
 

Como vice, terá o advogado Francisco Faiad (PMDB).  A estimativa de gasto para a campanha de Lúdio é R$ 9,8 milhões, o que o coloca no topo em relação à concorrência. Ele declarou R$ 174 mil de patrimônios pessoais.
 

Mauro Mendes (PSB) fechou uma aliança com o PR e terá ao seu lado, como vice-prefeito, o ex-secretário de Cultura do Estado e ex-deputado estadual, João Malheiros (PR).


Mendes terá o apoio do senador Pedro Taques (PDT) e, de quebra, o apoio do ex-governador e atual senador Blairo Maggi (PR). Ele faz parte do Movimento Mato Grosso Muito Mais que ainda tem o PDT, PDB, PPS e PV como integrantes.


Ele também é o mais rico entre os candidatos com um patrimônio declarado de R$ 116,8 milhões. O iate do empresário que foi alvo de polêmica nas últimas eleições ainda consta na declaração. O teto dele para gastos com a campanha é de cerca de R$ 6 milhões.
 

Guilherme Maluf (PSDB) apresentou como vice o advogado João Celestino (DEM). Maluf ainda terá como aliados PTdoB, PP, PRP, PHL e PMN, que têm nomes de tradicionais da política estadual como Roberto França, o senador Jayme Campos, os deputados federais Júlio Campos e Pedro Henry e o atual prefeito Chico Galindo.


O tucano declarou que tem R$ 1,07 milhão como patrimônio e que gastará cerca de R$ 6 milhões com a campanha.


Carlos Brito (PSD) terá como vice o pastor Paulo Roberto (PSD), da igreja evangélica Assembleia de Deus, o que vai de uma forma ou de outra trazer o elemento religioso à campanha eleitoral.


O PSD tem como principal líder o deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa, José Riva. O candidato declarou que tem um patrimônio de R$ 594 mil e estipulou como limite da campanha R$ 4 milhões.


Procurador Mauro foi lançado novamente como candidato pelo PSOL. A chapa é pura e conta com José Roberto como vice. O procurador declarou um patrimônio de R$ 113 mil. E gastará R$ 1 milhão com a campanha.


Correndo por fora -  O sindicalista Adolfo Grassi do recém-criado PPL é um nome inusitado na disputa. Ele resolveu sair como candidato próprio e terá como vice a líder comunitária do bairro Jardim Araçá, Cleusa Tomasine.


O candidato declarou R$ 52 mil de patrimônio. E estipulou R$ 1 milhão com valor máximo aplicado no pleito.

 

 

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paulo moura 17/07/2012

Boa matéria Gustavo.. vejo que es novo ai no RMT. parabénsss

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1 comentários