ALINE FRANCISCO, da Redação

Foram investidos R$ 2 milhões oriundos de recursos federais para tornar a lagoa uma área de lazer
ALINE FRANCISCO, da Redação
A Lagoa Encantada, no CPA III vive dias de desencanto. O local, que era destinado para o lazer dos moradores da região, foi completamente abandonado pelo poder público e o jogo de empurra-empurra continua. A Prefeitura diz que a responsabilidade pela manutenção da lagoa é da concessionária de água e esgoto (CAB), diz que é responsabilidade do administrativo municipal.
O vereador Toninho de Souza (PSD), apresentou uma carta denúncia ao Ministério Público, em que exige que o responsável pelo local se manifeste e reative as funções originais da lagoa. Ele cutuca Mauro Mendes (PSB) e diz que acredita mais em uma ação do órgão do que da Prefeitura de Cuiabá. “Solicitei as informações sobre a Lagoa para a Prefeitura há semanas e até hoje não recebi um retorno, agora, do MP sim eu espero uma ação concreta, e os responsáveis serão obrigados a reativar esse local. A população cobra, e com direito, a manutenção”.
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Toninho defende que o local deve ser gerido pelo poder público e não pela CAB que é uma empresa privada, e trabalha visando obter lucro. “Antes a responsável pela lagoa era a extinta Sanecap. agora a prefeitura entende que a CAB precisa continuar o trabalho, mas eu acredito que é o poder público quem precisa gerir o ambiente de lazer. Lá existem laboratórios biológicos e de informática, além de uma ótima pista de caminhada com aparelhos de ginástica”.
Com área total de 31,7 hectares, a Lagoa Encantada possui mirante, pista de caminhada, praça de ginástica, maquete da bacia hidrográfica de Cuiabá, viveiro de plantas e auditório. O mirante tem um topo de seis metros de altura. A pista de caminhada, com 1,9 quilômetros.
Para que a Lagoa se tornasse uma área de lazer foram investidos R$ 2 milhões oriundos de recursos federais, na gestão do ex-prefeito Wilson Santos (PSDB).








