RENAN MARCEL, DA REDAÇÃO
A Câmara de Vereadores aprovou nessa quinta-feira (27) uma série de leis que beneficiam os usuários de transporte público de Cuiabá (Veja AQUI), mas, o projeto mais aguardado pela população, que prevê a sustação do último aumento na tarifa de ônibus, não pôde ser votado porque cabe ao prefeito Mauro Mendes (PSB) fazer a proposta de redução.
No entanto, desde que anunciou o reajuste negativo no valor de R$ 0,10 na tarifa devido à suspensão da cobrança de dois impostos, o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins), pelo governo federal (Veja AQUI), Mendes tratou de deixar bem clara a impossibilidade de se reduzir ainda mais o valor da tarifa. Questionado novamente sobre a possibilidade de isso ocorrer, o chefe do Executivo diz que "não existe milagre".
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Um dos motivos alegados pelo prefeito são as desonerações sobre o transporte coletivo da Capital. O passe livre, ou passe estudantil como prefere Mendes, encareceria o valor da tarifa.
“Se baixarmos o valor da tarifa, quem vai pagar os R$ 18 milhões que a Prefeitura paga para o passe estudantil? Vamos ter que tirar do IPTU? ‘Não existe almoço de graça’! O combustível não é de graça, a manutenção não é de graça e ninguém trabalha de graça nos ônibus. Quem paga isso ou é a tarifa ou são os impostos”, afirmou.
Além da incumbência de sancionar as leis aprovadas, sob forte apelo popular, pelo Parlamento Municipal, Mendes realiza estudos técnicos para elaborar um plano de complementação do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), com o objetivo de apresentá-lo ao pacto de mobilidade urbana, anunciado pela presidente Dilma Roussef (PT) na ultima segunda-feira, para obter os recursos.










Mauro Filgueira 29/06/2013
Falando so Transporte Municipal faz-nos lembrar do INTERMUNICIPAL. Ainda é preciso o governo estadual intervir junto ao STJ em Brasília para dar continuidade e concluir a licitação do Transporte Intermunicipal de passageiro de MT para que posteriormente, a AGER possa ter condições de trabalho. É uma vergonha e desrespeito com os usuários do Estado. Os ônibus tão caindo aos pedaços e os empresários dessas empresas tão com esquema junto à (in)justiça pra continuarem mamando nas tetas do Estado em prejuizo à população usuária desse transporte. Uma Vergonha o STJ (que suspendeu indevidamente a licitação) e também do governo do Estado que se omite a tudo isso. Interesses...!!!???
Paulo 28/06/2013
Sabe o que me intriga é que parece que existe algo de podre nesse clube fechado das empresas de transporte, porque um passe em Cuiabá não pode custar o mesmo que em São Paulo, olha as distâncias envolvidas aqui e lá, tudo aqui é proporcionalmente diminuto em relação a São Paulo, creio que o justo aqui seria 2 a 2,20 a passagem, e bem pago até demais. E as empresas que deveriam ser mais eficientes, com carros mais novos e economicos, pessoal mais treinado e eficiente, serviços melhores, se fosse melhor, talvez fosse até mais vantajoso pra muita gente ir de onibus do que de carro.
Rogerio 28/06/2013
É preciso levantar os empresários do setor de transportes e combustíveis que fazem doação de campanha...
Feliciano 28/06/2013
Cadê o perfil empresarial, perfil de redutor de custos, perfil dinâmico para aperfeiçoar o atendimento ao público, com valorização do servidor. Cadê??? E os Assessores... ???
bruno 28/06/2013
O que tem que baixar é o preço do combustivel ja que a infeliz presidenta grita para o mundo que somo autosuficientes no petroleo. Ai sim podemos exigir uma passagem de menor custo.
5 comentários