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13 de Março de 2015, 12h:40 - A | A

POLÍTICA / CONVENÇÃO NACIONAL

Taques não vai a evento e Viana especula saída do PDT

Falta à compromisso nacional reforça rumores sobre saída de governador da legenda comandada por Zeca Viana em MT

arquivo- divulgação

Taques e Viana  durante encontro regional em 2014

Taques e Viana durante encontro regional em 2014

PAULO COELHO
DA REDAÇÃO



O governador Pedro Taques (PDT)  só não deixou o PDT ainda, devido ao risco de incorrer em infidelidade partidária.

Essa é a opinião do presidente regional da legenda em Mato Grosso e deputado estadual, Zeca Viana.

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“Se ele tivesse segurança jurídica, ele já teria mudado”, afirmou o dirigente ao RepórterMT.

Essa tese ganhou força, com a ausência do governador Pedro Taques  na convenção nacional do PDT, ocorrida ontem em Brasília. O encontro teve o objetivo de  renovar o Diretório Nacional, mas reconduziu  o ex-ministro Carlos Luppi  à presidência do partido.

"Para nossa surpresa ele não foi à convenção e eu não sei o por quê de ele não ter aparecido lá”, afirmou Viana

Ao contrário do que muita gente pensa, o governador não esteve  no evento partidário, apesar de, no mesmo dia ter participado de alguns compromissos institucionais na Capital federal.

“Para nossa surpresa, ele não foi  à convenção e eu não sei o  porquê  de ele não ter  aparecido lá”, afirmou Viana que participou do evento partidário nacional.

Ainda nessa semana, declarações de Zeca Viana causaram polêmica  quando , direto da tribuna da  Assembleia Legislativa, fez duras críticas ao secretário-chefe da Casa Civil ( e primo do governador) Paulo Taques.

Viana chegou a chamar o secretário  de “vagabundo”, por esse também ter chamado o parlamentar de “mentiroso”, diante da postura do governo na distribuição de cargos aos partidos, onde o PDT não  teria sido contemplado ainda.

Depois  das declarações polêmicas, Zeca e o governador não se falaram mais, nem por telefone  e , segundo o parlamentar, não há nenhuma agenda marcada para isso acontecer. “Não sei quando isso vai acontecer”, emendou,  descartando porém, a existência de uma crise interna na sigla em Mato Grosso.

A reportagem do RepórterMT tentou contato nessa sexta-feira (13) com o secretário Paulo Taques, que não atendeu ao telefone  e até o fechamento desta reportagem não retornou à ligação.

Conforme Zeca, pela importância que o governador tem no contexto nacional  do PDT, sua presença  foi muito aguardada e, por conseqüência, sua falta foi muito sentida e comentada  entre a militância pedetista.

Zeca ainda ponderou que, apesar de o momento ser delicado,  “o PDT é maior do que eu  e do que o Pedro e o militante mesmo do partido vai entender o que está acontecendo”.

No contexto  nacional, Pedro Taques e o presidente  nacional do PDT, Carlos Luppi, têm divergências políticas e ideológicas, como por exemplo, o apoio institucional da sigla à gestão da presidente Dilma Roussef (PT).

Ainda quando senador, durante quatro anos, Taques resistiu à decisão partidária de apoiar o governo da petista e adotou a linha de “independente”, onde  em grande parte das ocasiões se opôs a medidas propostas  por Dilma.

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Paulo Jorge 13/03/2015

Como é um ser humano com visão superior a de Carlos Lupi e de Zeca Viana, o mesmo já entendeu que o PDT dos dois acima é diferente do PDT de Taques.Então o melhor é sair de fininho sem arranhar ninguém e procurar um outro lugar, onde sua visão su- perior possa ser acolhida.Os atuais mandantes do PDT, ainda o querem como partido de aluguel.O governador quer o PDT como partido de propostas, objetividade, reali- zações e indepenências de idéias.Não apoiou a Dilma porque sabia que o resultado da m..... feita ia explodir nas costas dos trouxas brssileiros. Agora a bomba tai.

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