PAULO COELHO
DA REDAÇÃO
O governador Pedro Taques (PDT) só não deixou o PDT ainda, devido ao risco de incorrer em infidelidade partidária.
Essa é a opinião do presidente regional da legenda em Mato Grosso e deputado estadual, Zeca Viana.
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“Se ele tivesse segurança jurídica, ele já teria mudado”, afirmou o dirigente ao RepórterMT.
Essa tese ganhou força, com a ausência do governador Pedro Taques na convenção nacional do PDT, ocorrida ontem em Brasília. O encontro teve o objetivo de renovar o Diretório Nacional, mas reconduziu o ex-ministro Carlos Luppi à presidência do partido.
"Para nossa surpresa ele não foi à convenção e eu não sei o por quê de ele não ter aparecido lá”, afirmou Viana
Ao contrário do que muita gente pensa, o governador não esteve no evento partidário, apesar de, no mesmo dia ter participado de alguns compromissos institucionais na Capital federal.
“Para nossa surpresa, ele não foi à convenção e eu não sei o porquê de ele não ter aparecido lá”, afirmou Viana que participou do evento partidário nacional.
Ainda nessa semana, declarações de Zeca Viana causaram polêmica quando , direto da tribuna da Assembleia Legislativa, fez duras críticas ao secretário-chefe da Casa Civil ( e primo do governador) Paulo Taques.
Viana chegou a chamar o secretário de “vagabundo”, por esse também ter chamado o parlamentar de “mentiroso”, diante da postura do governo na distribuição de cargos aos partidos, onde o PDT não teria sido contemplado ainda.
Depois das declarações polêmicas, Zeca e o governador não se falaram mais, nem por telefone e , segundo o parlamentar, não há nenhuma agenda marcada para isso acontecer. “Não sei quando isso vai acontecer”, emendou, descartando porém, a existência de uma crise interna na sigla em Mato Grosso.
A reportagem do RepórterMT tentou contato nessa sexta-feira (13) com o secretário Paulo Taques, que não atendeu ao telefone e até o fechamento desta reportagem não retornou à ligação.
Conforme Zeca, pela importância que o governador tem no contexto nacional do PDT, sua presença foi muito aguardada e, por conseqüência, sua falta foi muito sentida e comentada entre a militância pedetista.
Zeca ainda ponderou que, apesar de o momento ser delicado, “o PDT é maior do que eu e do que o Pedro e o militante mesmo do partido vai entender o que está acontecendo”.
No contexto nacional, Pedro Taques e o presidente nacional do PDT, Carlos Luppi, têm divergências políticas e ideológicas, como por exemplo, o apoio institucional da sigla à gestão da presidente Dilma Roussef (PT).
Ainda quando senador, durante quatro anos, Taques resistiu à decisão partidária de apoiar o governo da petista e adotou a linha de “independente”, onde em grande parte das ocasiões se opôs a medidas propostas por Dilma.















Paulo Jorge 13/03/2015
Como é um ser humano com visão superior a de Carlos Lupi e de Zeca Viana, o mesmo já entendeu que o PDT dos dois acima é diferente do PDT de Taques.Então o melhor é sair de fininho sem arranhar ninguém e procurar um outro lugar, onde sua visão su- perior possa ser acolhida.Os atuais mandantes do PDT, ainda o querem como partido de aluguel.O governador quer o PDT como partido de propostas, objetividade, reali- zações e indepenências de idéias.Não apoiou a Dilma porque sabia que o resultado da m..... feita ia explodir nas costas dos trouxas brssileiros. Agora a bomba tai.
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