MARCIA MATOS
DA REDAÇÃO
Se referindo à obra do VLT como um “pepino gigantesco”, que “rasgou” a cidade inteira, o governador Pedro Taques (PDT) declarou em entrevista ao programa de rádio Chamada Geral, na manhã desta segunda-feira (23), que a continuidade da implantação do VLT, ou a mudança do modal para BRT, será definida a partir do valor que será atribuído à tarifa do VLT e às integrações de ônibus, que o modal comportaria.
"Vamos terminar o VLT? Qual é o estudo tarifário? Precisamos partir de um estudo tarifário”.
“A Câmara Municipal de Cuiabá, a Câmara Municipal de Várzea Grande, as Prefeituras e a Assembleia Legislativa vão ter que dividir essa responsabilidade. Agora, a responsabilidade maior é minha. Eu recebi voto para isso, e o cidadão pode ficar tranquilo. Nós resolveremos isso, mostraremos ao cidadão como é possível fazer, quanto vamos pagar. Vamos terminar o VLT? Qual é o estudo tarifário? Precisamos partir de um estudo tarifário”, afirmou.
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Taques ainda ressaltou que para ter mais detalhes técnicos, já teria contratado três consultorias internacionais que irão apresentar a ele estudos sobre as várias possibilidades, que o governador pretende apresentar à sociedade em audiências públicas e descartou a possibilidade de suspender as auditorias nas obras da Copa.
“Nós precisamos estudar um sistema de licitação para os municípios de Cuiabá e Várzea Grande, sem contar que nós precisamos estudar os semáforos. Nós precisamos interligar todos os semáforos para que o VLT possa passar. Nós vamos resolver isso. Agora, falar que não tem que fazer auditoria é medo de ser investigado”, declarou.
Sobre o “pepino gigantesco”, o governador também aproveitou para disparar novamente contra a compra antecipada dos trilhos e vagões, feita pelo governo passado, sem nenhum avanço considerável da obra.
“Eu pergunto à dona Maria, por acaso a senhora vai comprar uma geladeira e a senhora paga 50% dessa geladeira? Sendo que essa geladeira está sendo fabricada na Europa?"
“Eu tenho um pepino na mão. R$500 milhões compraram dos vagões, estão aí e os trilhos mais R$ 200 milhões da instalação técnica, são R$ 700 milhões de reais. Eu pergunto à dona Maria, por acaso a senhora vai comprar uma geladeira e a senhora paga 50% dessa geladeira? Sendo que essa geladeira está sendo fabricada na Europa, a senhora não sabe se na Europa vai ter greve, não sabe se o mar vai acabar? Pagaram 52% dos vagões à vista no dia da encomenda. Agora, a gente precisa terminar a obra. Eu tenho um compromisso com o cidadão. Terminaremos a obra”, disparou.
Ainda sobre as demais obras da Copa, que estão paradas, Taques declarou que está dando andamento para que as mesmas tenham continuidade. O governado também falou que as obras do VLT já estavam paradas há três meses. Segundo Taques, por falta de pagamento que não foi feito pelo governo anterior.















Mario Cesar de Campos Duarte 25/02/2015
Já estou vendo o mi mi mi é uma conversa fiada, antes das eleições falava uma coisa agora já fala outra, mudar o modelo só se for louco já foram gasto 1.2 bi, as composições já compradas e tudo mais só para favorecer os grupos dos ônibus essa bosta que nem renovar frota consegue. Se falou publicamente que iria terminar o VLT agora terá que honrar a palavra empenhada, falar menos e trabalhar, até agora só faz de conta. Toda vez que é bom em uma determinado segmento quando assumi o executivo vira isso ai, estamos cheio de exemplos em Cuiabá e no MT!!!
Tenho dito 24/02/2015
Na campanha o Taques prometeu que terminaria o VLT, agora ele ta tentando jogar a população contra o VLT pra não assumir suas responsabilidades!!!!!! Só pra lembrar, o que o governo passado não pagou e o compromisso de pagamento é legal a atual gestão tem que pagar!!!
Gilston 23/02/2015
Será um retrocesso trocar o VLT por ônibus fumassento de janela batendo. Governador e o Prefeito MM e os promotores e magistrados não andam de ônibus e por isso é muito fácil fazer esta troca.Gente, larga de pecuinha só por são obra do Silval, e mão na obras.
Eng. Clauberto Franco 23/02/2015
Bom fui uns dos primeiro a levantar está questão dos semáforos, ponto mas caotico seria aproximadamente na Praça Maria Taquara, ate propus uma outra rota descendo a Feb, passando pela beira rio (porto) retornado para Várzea grande pela ponte nova, com relação semáforo tem que haver uma central, que tenha informação que veiculo esteja próximo, dai ela teria preferencia de trafego até relógio na Mato Grosso...
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