PAULO COELHO
DA REPORTAGEM
Numa avaliação sobre a crise política e econômica que assola o país, o governador Pedro Taques (PDT) disse que sua relação com a presidente Dilma Roussef (PT) continua da mesma forma que era antes, ou seja, a reunião ocorrida entre Dilma e os 27 governadores brasileiros na semana passada, não alterou sua postura crítica ao governo da petista.
"Agora é engraçado que alguns políticos de Mato Grosso que apoiaram a presidente Dilma, agora estão reconhecendo o equívoco da presidente Dilma, é muita cara de pau”
“Desde quando eu fui eleito senador e agora governador eu tenho mantido a minha coerência. Agora é engraçado que alguns políticos de Mato Grosso que apoiaram a presidente Dilma, agora estão reconhecendo o equívoco da presidente Dilma, é muita cara de pau”, ironizou, Taques sem citar nomes, durante entrevista concedida ao
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O recado não teve 'endereço revelado', mas um dos políticos do estado que hipotecaram total apoio à reeleição de Dilma e, depois, à gestão dela, foi o senador Blairo Maggi (PR). O ainda republicano já anunciou que deixará sua atual sigla e migrará para o PMDB nos próximos dias. Só que, mais do que isso, Blairo tem se manifestado contrário às políticas adotadas pela petista, especialmente quanto à economia brasileira, como a implantação dos pacotes fiscais feita pela petista. Maggi chegou a creditar a péssima avaliação popular de Dilma à forma que ela vem administrando o país.
Outro "político de Mato Grosso" , que coincidentemente também é do PR e que tem demonstrado insatisfação com a forma que Dilma vem conduzindo o rumo do governo, é o presidente da sigla republicana no Estado, senador Wellinton Fagundes. Há uma semana ele reclamou com veemência da conduta da petista, na relação com alguns aliados.
Pedro Taques voltou a frisar que não tem nada de pessoal contra a presidente Dilma, mas não alegou não poder fazer vistas grossas à crise que foi criada no governo, devido a escândalos como o do Petrolão.
Pedro Taques voltou a frisar que não tem nada de pessoal contra a presidente Dilma, mas não alegou não poder fazer vistas grossas à crise que foi criada no governo, devido a escândalos como o do Petrolão.
“Eu sou contra os equívocos que foram praticados, já que esses equívocos foram a causa dessa crise política e econômica. Veja a utilização da Petrobrás e do setor energético como instrumento de política eleitoral, a corrupção na Petrobrás, enfim, eu sou contra isso”, emendou o governador.
Novo Fundo
O governador de Mato Grosso se disse preocupado com a criação de um novo fundo para subsidiar os estados, por meio da unificação das tarifas do Imposto sob Circulação de Mercadorias (ICMS), numa tributação, defendida pela União, que incidiria sobre recursos de brasileiros que vivem no exterior.
Taques disse que vê com bons olhos a unificação do imposto, mas é cético quanto ao novo fundo, uma vez que tem como exemplo mau-sucedido o Fundo de Exportação (FEX), que o governo do Estado já chegou a chamar de “calote” do governo Dilma, pois pelo menos R$ 400 milhões de compensação [Lei Kandir] referentes ao ano passado ainda não foram repassados ela União ao Estado e outros R$ 450 milhões de 2015 sequer entrou na pauta de discussão. O FEX de 2014, segundo Taques foi parcelado em quatro vezes, mas ainda não começou a ser pago e, mesmo assim, de forma fatiada causaria prejuízo ao Estado. O governo de Mato Grosso teme que, com o fundo da unificação do ICMS, o Estado sofra novo calote da União.















Taisson Fernandes 06/08/2015
Viixee! chamou o Nininho,o Wagner Ramos, o Baiano Filho, e outros de "Cara de Pau", na boa!!!!
1 comentários