MARCIA MATOS
DA REDAÇÃO
Por meio de despacho, publicado no Diário Oficial, que circula nesta sexta-feira (27), o governador Pedro Taques (PDT) instaurou um processo administrativo disciplinar e exonerou um servidor da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) que teria se valido do cargo para lucrar financeiramente, praticando atos ilícitos.
De acordo com o processo administrativo 011/2012, Edilson Borges Gomes, que era agente penitenciário e ocupava o posto de diretor da cadeia pública de Juara violou os princípios informadores da administração pública, por ter utilizado o carro da cadeia em benefício próprio, assim como cartão corporativo, além de ter revelado fatos secretos e favorecido a entrada de celulares e drogas, assim como o uso dos mesmos na unidade prisional, ainda deixando de cumprir seu horário de trabalho.
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“Em face de todo o exposto nos autos, e, atento à recomendação exarada pela Procuradoria-Geral do Estado, decido pela aplicação da pena de DEMISSÃO ao servidor Edilson Borges Gomes, matrícula n° 109684, agente penitenciário, lotado na Diretoria de Cadeia Pública de Juara, assim o fazendo com base no artigo 159, X da Lei Complementar nº 04/1990”, determinou o governador.
No Diário Oficial, que circulou nesta quinta-feira (26), Taques criou por meio de decreto um comitê, presidido por ele com o intuito de passar um ‘pente fino’ no histórico dos gestores do Estado.
O Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira) que também tem como membros poucos e seletos secretários, foi criada com o objetivo de atuar na identificação e apuração aos crimes de lavagem de dinheiro e de ocultação de bens. Encontrada qualquer irregularidade, o Comitê poderá aplicar penalidade autuando o gestor infrator de forma fiscal, ou até mesmo abrindo um processo cível ou criminal.















Arthur 28/02/2015
Se investigarem todos os diretores e agentes penitenciários do Estado, sobrarão poucos que sã realmente isentos.
Agepen/MT 28/02/2015
Não fala o que você não sabe senhor Jamil Sousa, no mínimo deve ser mais um carcereiro preguiçoso balbuciando asneiras. Auxiliamos na ordem e a disciplina nas principais penitenciárias e cadeias do Estado hoje é o G.I.R, fizemos diversas operações muitas vezes sem diárias e apoio, nossos uniformes e equipamentos táticos são pagos por nós mesmos, fizemos a qualificação, o curso bancando do próprio bolso. GIR/MT Força e Honra, podem até falar mal mas precisam de nós. Ao invés de criticar vá se qualificar e trabalhar assim como nós fazemos. GRUPO DE INTERVENÇÃO RÁPIDA/MT EM QAP 24H, AGINDO SEMPRE NA LEGALIDADE.
Jámil sousa 27/02/2015
Pedro taques acorda faça uma intervenção na sejudh existe um poder paralelo e eu sei que já chegou em suas mãos e até agora nada.e as cantinas abertas irregulamente.e os cursos ilegais ministrados pelo tal gir que nem existe e o tal coronel acorda esse é da era silval acorda.
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