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15 de Maio de 2015, 13h:54 - A | A

POLÍTICA / ATÉ 10,61%

Taques anuncia reajuste para servidores públicos e posa em foto com sindicalistas

O anúncio do reajuste salarial foi feito nesta sexta-feira (15.05), durante reunião do governador Pedro Taques e secretariado com o Fórum Sindical, no Palácio Paiaguás, em uma atitude inédita que prevê uma nova relação do Estado com o servidor.

Assessoria

Pedro Taques iniciou a reunião explicando que a medida só foi possível em virtude das ações de economia do Estado.

Pedro Taques iniciou a reunião explicando que a medida só foi possível em virtude das ações de economia do Estado.

DA REDAÇÃO



Medidas de austeridade e economia adotadas pelo Governo de Mato Grosso desde o primeiro dia de janeiro permitirão a aplicação da integralidade dos aumentos previstos nas leis de carreira do Estado, entre elas da Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar, profissionais da educação e da saúde. Além disso, todas as categorias receberão já no mês de maio aumento salarial de 3,11%, conforme a Lei N° 8.278, de 30 de dezembro de 2004.

O salário dos professores receberá um acréscimo de 9,11%, já em maio; enquanto os profissionais da saúde terão aumento imediato de 3,11%, alcançando 10,61% em outubro.


O anúncio do reajuste salarial foi feito nesta sexta-feira (15.05), durante reunião do governador Pedro Taques e secretariado com o Fórum Sindical, no Palácio Paiaguás, em uma atitude inédita que prevê uma nova relação do Estado com o servidor. Representantes de todas as categorias participaram do encontro.

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Com essa decisão, o salário dos professores receberá um acréscimo de 9,11%, já em maio; enquanto os profissionais da saúde terão aumento imediato de 3,11%, alcançando 10,61% em outubro.

Pedro Taques iniciou a reunião explicando que a medida só foi possível em virtude das ações de economia do Estado, como revisão de contratos e reforma administrativa; projeções de aumento de receita feitas a partir da implantação da nova política tributária do governo; somadas à expectativa do repasse dos recursos do Fundo de Exportação (FEX), por parte do Governo Federal.

O governador Pedro Taques também se comprometeu com os sindicatos a realizar reuniões mensais para apresentar a evolução da receita líquida corrente, com a finalidade de estudar outros 3,11% de reajuste até o fim do ano. A Secretaria de Gestão conduzirá as reuniões apresentando os números mensais, com a participação da Fazenda e Planejamento.

"Sou servidor público, tenho orgulho de ser filho de uma professora aposentada. Estamos aqui abrindo diálogo, mostrando o que é possível fazer. Afinal, todos aqui querem o melhor para o Estado. Apesar da crise, vamos aumentar a receita e aplicar em serviços públicos", afirmou o governador.

O presidente do Fórum Sindical e do Sindicato dos Trabalhadores da Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa Pública de Mato Grosso (Sinterp), Gilmar Brunetto, afirmou que a reunião com o governador Pedro Taques foi muito importante para que os servidores possam entender o Estado. “Saímos daqui felizes porque o governador se comprometeu em realizar outras reuniões como esta para manter o diálogo aberto com todas as categorias. Confio no governador”, disse Brunetto.

Responsabilidade Fiscal - Os percentuais aplicados pelo governo foram pensados de acordo com a capacidade de custeio e a previsão da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que estabelece o limite legal de 49% da receita para gastos com pagamento de pessoal.

 

Além disso, o governo foi orientado pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN) a não ultrapassar os limites da LRF para gastos com a folha de pagamento, sob pena de sofrer sanções da União na liberação de recursos de convênios. Os aumentos anunciados nesta sexta, no entanto, não ultrapassam o limite legal e não prejudicarão o Estado na obtenção de recursos federais.

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Marcio rios 18/05/2015

Não aceitamos essa lorota, o secretário de gestão apresentou numeros diferentes dos apresentados agora e o estudo do Dep. Emanuel pinheiro divergem deste estudo orçamentário apresentado pelo governo para dar a desculpa esfarrapada de estar no limite da LRF....os servidores da saúde já foram prejudicados demais, além de estarem há 13 anos sem concurso, com sobrecarga de trabalho, sem estrutura para desenpenharem a função, onde falta água, papel higienico e demais insumos, estão com plantões atrasados e várias pendencias trabalhistas, ainda tiveram um reajuste dividido, primeira parcela em dezembro de 2014 e a outra em outubro, ambas fora da data base...agora mais prejudicados ainda sem a recomposição integral da inflação medida pelo INPC...palhaçada! onde está a valorização para quem luta por uma saúde digna para a população? como trabalhar em condições subhumanas? é esse governo que faz falsas propagandas de mudança? onde está o Estado em transformação/ transformando pra pior né...ridiculo...os servidores da saúde não aceitam tal imposição ditatorial sem dialogar com a classe e seu sindicato que se posicionou contra a proposta do geverno...chega!!!

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Betão 15/05/2015

E pros Taig, como vai ficar?

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2 comentários