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Taques assinou convênios contra a corrupção e fez uma breve avaliação dos primeiros meses de gestão.
KEKA WERNECK
DA REDAÇÃO
Avaliando os primeiros seis meses de gestão, o governador Pedro Taques (PDT) disse nesta sexta-feira (26), durante uma solenidade de assinatura de convênios contra a corrupção, que a saúde e a segurança são os problemas mais graves de Mato Grosso.
Na saúde, o governador assegurou que em dezembro deste ano irá inaugurar a primeira parte da obra do Hospital Central parada há 30 anos, desde 1984.
Segundo Taques, o staff dele está empenhado em construir uma política de saúde pública que atenda às prerrogativas constitucionais. O governador se refere aos artigos 196 a 200 da Constituição Federal, que tratam do tema, estabelecendo, em linhas gerais, que “a saúde é direito de todos e dever do Estado”.
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O governador não detalhou o plano de segurança pública, mas a pasta desencadeou nos primeiros meses o “Plano dos 100 dias”, na capital e interior, para atacar os criminosos.
Taques disse ainda que vai honrar “o que nós falamos durante a eleição”.
Na saúde, o governador assegurou que em dezembro deste ano irá inaugurar a primeira parte da obra do Hospital Central parada há 30 anos, desde 1984.
“Eu, como procurador da república, ajuizei uma ação contra todos os ex-governadores. Ano passado, essa ação foi julgada e agora eu tenho que cumprir o que eu ajuizei lá para trás. É o chamado efeito bumerangue”
“Eu, como procurador da república, ajuizei uma ação contra todos os ex-governadores. Ano passado, essa ação foi julgada e agora eu tenho que cumprir o que eu ajuizei lá para trás. É o chamado efeito bumerangue”, comentou Taques.
Para conclusão do Hospital Central, que fica no Centro Político Administrativo, a Justiça Federal determinou que fossem colocados no orçamento do Estado R$ 29 milhões de reais. O deputado Dilmar Dal Bosco (DEM), em 2014, fez a proposta de inclusão, mas o ex-governador Silval Barbosa (PMDB) vetou.
"Já limpamos toda a obra, já fizemos um novo projeto e minha esposa está capitaneando, junto com à Secretaria de Fazenda, um movimento para trazer a sociedade para construir este hospital. Não adianta perguntarmos o que só o Estado pode fazer. O cidadão tem que colaborar e ele está colaborando. Já recebemos vários incentivos no sentido de dar início a esta obra e até o mês de dezembro inauguraremos a primeira parte do hospital”, afirmou Taques.
Ainda com relação à saúde, o governador disse que a questão não se resolve somente construindo hospitais, nem só com o combate a doenças, mas investindo em qualidade de vida, em meio ambiente e atenção básica e primária. “E para fazer isso precisamos de recursos”, pontua.
Executivo vai apresentar um projeto de Lei na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dia 6 de julho próximo.
Segundo o governador, o Executivo vai apresentar um projeto de Lei na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dia 6 de julho próximo, para aumentar o repasse aos municípios para atenção básica e primária. “Nesses seis meses, pagamos em dia essa verba da saúde para os prefeitos e pagamos quase R$ 70 milhões de dívidas com os municípios, deixadas pelo governo anterior”.
Outro aspecto que o governador destacou é que a equipe da Saúde ainda está pensando qual a melhor forma de gerenciar os hospitais regionais, se via consórcio, empresa pública ou OSs, que segundo ele funcionam em alguns estados e em outros não.
Taques lembrou ainda que o Estado está junto com a Prefeitura de Cuiabá, na reconstrução do Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá (PSMC), unidade que recebe pacientes de todo Mato Grosso e por isso impacta no atendimento regional.
No dia 13 de junho o Estado reforçará a campanha do Ministério da Saúde, de combate à hanseníase. Mato Grosso é o campeão nacional em registros da doença, também chamada de lepra.
A crítica mais comum ao governo Taques é a de que olha muito para o passado, principalmente porque nestes seis primeiros meses auditou as obras da Copa, atribuindo responsabilidades ao governador Silval. "Obras sem a mínima qualidade", detonou.
“Não tenho como não pensar no passado, diante do que fizeram com Mato Grosso”, resumiu Taques. “Para esses que têm medo de fiscalização, tomem maracujina e água de melissa, porque, sim, nós vamos olhar para o passado”, para só então seguir com projetos de médio e longo prazo.
No campo da Educação, admite que é um desafio mudar a realidade educacional .Reconhece os indicadores depreciativos e disse que já visitou 30 unidades escolares, para conhecer a realidade local.
No campo da Educação, admite que é um desafio mudar a realidade educacional mas vai continuar reafirmando que tem “mania de educação”. Reconhece os indicadores depreciativos e disse que já visitou 30 unidades escolares, para conhecer a realidade local.
Outra bandeira da gestão de Taques é o combate à corrupção. “É a ocasião que faz o ladrão ou a ocasião desperta o ladrão que há dentro da pessoa?” – questionou o governador. Segundo ele, a resposta não importa, mas sim mudar a cultura do “roubo” ao dinheiro público.














eliane 26/06/2015
O crescente uso/consumo de drogas pela sociedade como um todo, porém principalmente pelos adolescentes, é o principal motivo de tanto problema na segurança pública. Não há efetivo policial e nem cadeia suficiente para dar jeito nisso. Tem que focar na educação. Cuidar com afinco das crianças e jovens para que haja perspectiva de um futuro melhor.
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