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Em tom crítico, o governador relembrou os problemas enfrentados pelo Governo do Estado com a primeira empresa responsável pelas obras do BRT na Avenida do CPA.
KARINE ARRUDA
VANESSA MORENO
DO REPÓRTER MT
O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), afirmou que a segunda etapa do projeto do Ônibus de Transporte Rápido (BRT), que contempla a construção do trecho entre o Coxipó e a região central de Cuiabá, ficará pronta em um ano. Em coletiva concedida à imprensa na manhã da última quarta-feira (24), o gestor destacou que pretende entregar a obra em tempo recorde e garantir que empresas "picaretas" não assumam o projeto.
“Já estamos trabalhando nos projetos e no edital. Nós queremos fazer em um ano. São 12 meses do dia que começa até o dia que entrega. Nós vamos fazer de forma tal que nenhum picareta possa entrar na licitação”, afirmou.
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Em tom crítico, o governador relembrou os problemas enfrentados pelo Governo do Estado com a primeira empresa responsável pelas obras do BRT na Avenida do CPA. Segundo ele, apesar de possuir credenciais e capacidade técnica, a companhia não executou os trabalhos conforme o esperado, atrasando o cronograma e causando prejuízos à população.
“Nós fizemos uma licitação e a empresa que ganhou, apesar das credenciais e de ter cumprido todas as exigências legais da Sinfra, entrou em dificuldade e começou em marcha lenta. Ela foi picareta com Mato Grosso, sem dúvida nenhuma. Foi incapaz. Era uma empresa que tinha currículo, uma história técnica muito boa e um acervo muito rico, mas justamente aqui fracassou”, disse.
Pivetta explicou que o Executivo precisou encerrar o contrato com a empresa para evitar que a obra ficasse completamente paralisada. Conforme o governador, após sucessivas notificações e prorrogações de prazo, o Estado optou por uma negociação para a rescisão contratual.
“Nós demoramos, foram muitas notificações e aditivos de prazo. No final, tivemos que fazer uma negociação para tirar a empresa da obra. Se fosse judicializar, até hoje estaríamos brigando na Justiça e a obra estaria parada. Fizemos uma negociação muito bem feita, tiramos ela da obra e tivemos que fazer o processo de relicitação”, relatou.
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Por fim, o gestor relembrou o fracasso das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), iniciadas em 2012 e que deveriam ter sido concluídas para a Copa do Mundo de 2014.
“Pedimos desculpas ao povo de Cuiabá e Várzea Grande, que já sofre tanto desde 2011 e 2012 com esse processo. Foi um modal errado, uma escolha totalmente desastrosa e mal-intencionada. Fazer o que fizeram, comprar os trens antes de construir os trilhos, é algo que causa estranheza”, criticou.
“Montaram um depósito de trens aqui em Cuiabá e os trilhos não existiam, nunca foram feitos. Isso mostra a má intenção. Houve delações na Justiça que comprovaram a fraude e a corrupção que se instalaram em torno daquela desgraça que foi o VLT”, concluiu.
Veja vídeo:















walter liz 29/06/2026
sr Pedro esta correto, se a primeira empreiteira era ruim, essa atual esta ganhando , é muito lerda, pouco pessoal na obra, não trabalham finais de semana, obra urbana atrapalhando a cidade, e a empreiteira fica nessa morosidade, os acessos que ja poderiam estar prontos não avançam, vc passa semana mais semana parece estar do mesmo jeito, enfim, ou é ruim de serviço mesmo ou não estão recebendo, o que acho dificil, a informação que dinheiro não é problema, então sobra ser ruim de serviço mesmo
Pedro 28/06/2026
Vai ganhar a Lotufo e a Agrimat como sempre. Elas sempre ganhar. E é uma porcaria também. Precisa trazer construtora de grandes centros, que atuam em área urbana e capaz de construir grandes obras sem lascar a população.
2 comentários