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O pedido foi feito com base no envolvimento do prefeito nas investigações da Operação Ararath.
DA REDAÇÃO
O envolvimento político dos requerentes, a falta de provas e o imediatismo do pedido de cassação contra o prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (PSB), foram fortes fatores que contribuíram para o arquivamento do pedido pela Câmara Municipal, nesta quinta-feira (29), conforme a avaliação do analista político João Edisom.
“O que a gente entende por pedido de cassação é que ele venha via judicial, ou que ele parta de uma comoção social. Quando você junta um grupo de quatro ou cinco pessoas envolvidas com política, ou parte dessas pessoas já são críticos naturais da pessoa, eles perdem a credibilidade. Que fossem 10 pessoas, um pequeno grupo não representa a sociedade”, ressaltou o analista.
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O pedido de cassação do prefeito Mauro Mendes foi feito, no dia 23 de maio, por um grupo de advogados, sendo dois deles, Paulo Lemos e Mairlon Rosa, que já trabalharam na campanha de Lúdio Cabral (PT), à Prefeitura de Cuiabá em 2012, e também o jornalista Alexandre Aprá, do Blog Isso é Notícia.
O pedido foi feito com base no envolvimento do prefeito nas investigações da Operação Ararath. A residência de Mauro Mendes e a prefeitura de Cuiabá foram alvos de busca e apreensão no dia 20 de maio e o grupo deu entrada no pedido apenas dois dias depois, sem que houvesse provas do real envolvimento de Mendes, o que segundo João Edisom teria deixado clara a motivação política.
“Eu não sei qual foi a intenção deles, mas ela vem a fortalecer excessivamente a posição política. Como se fosse uma sequência do processo eleitoral. Então a relação de credibilidade, a precariedade das coisas, a ausência do debate popular a ausência da discussão, a ausência de provas, de uma série de coisas, que deveriam ser apuradas têm uma conotação estritamente política”, frisou.
O pedido foi arquivado com 20 votos a favor, 3 votos contrários e 2 ausências de vereadores, mas na opinião do analista, a Câmara não precisava ter acatado o pedido.
“O processo começou errado, então não tem sustentabilidade. Acho que o erro da Câmara foi até acatar e ir para a avaliação. Não deveria ir para avaliação, deveria deixar em “stand- by” e de repente abrir uma discussão com a sociedade. É isso que a sociedade quer “, pontuou.
Ainda na opinião de João Edisom, como a quinta fase da Operação Ararath foi deflagrada há cerca de 10 dias, ainda é cedo para tirar conclusões, portanto o debate sobre a cassação de Mauro Mendes, ainda pode voltar à tona.









adriano oliveira 31/05/2014
Politiqueira? fazer maquiaguem nas policlinicas e poçiticagem? os buracos na cie ? a preitura faz nda mes com este preito m mentis
Junior 31/05/2014
Politiqueiro é o comentário desse \"dito analista político\", simplesmente a PF foi no Gabinete do Prefeito Mauro Mente, o que o sr quer mais. Ou acha que o policiais foram lá apenas a passeio. O nome dele também consta em documento do Eder. E agora. Tenha paciência.
2 comentários