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Galindo é presidente do partido em MT e reclama da falta de representatividade na Prefeitura.
PAULO COELHO
DA REDAÇÃO
Não passou de balão de ensaio a ideia de fusão do DEM com o PTB e, assim, ambas as siglas seguem agonizando no país, com seus respectivos quadros sendo reduzidos eleição após a eleição.
A proposta não vingou devido à falta de consenso no que se refere à representatividade de cada uma das legendas uma nova unificação partidária.
Conforme o presidente do PTB em Mato Grosso, Chico Galindo, a proposta não vingou devido à falta de consenso no que se refere à representatividade de cada uma das legendas uma nova unificação partidária. O partido de Galindo, que já foi prefeito de Cuiabá, não tem nenhum deputado estadual ou federal e seus principais nomes são os dos vereadores cuiabanos, Júlio Pinheiro, que preside a Câmara Municipal, Leonardo Oliveira, Dilemário Alencar e professor Néviton, que acaba de assumir a vaga deixada pelo vereador Clovito, morto na semana passada.
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Uma reunião no fim da manhã desta terça-feira (02), serviu entre as executivas estadual e municipal (Cuiabá) para a cúpula petebista traçar seu destino já com vistas ao ano que vem, quando haverá eleições municipais.
No Caso de Cuiabá, os pesos estão divididos, já que a atual bancada do PTB, a maior da Câmara com os quatro vereadores, se declara “independente”, mas na prática tem agido da seguinte forma: o presidente da Câmara Júlio Pinheiro, é governista (talvez nem tanto no discurso, mas sim na hora encaminhar as matérias mais urgentes); Leonardo Oliveira, que já é líder do prefeito Mauro Mendes (PSB); Dilemário Alencar, oposição e agora professor Néviton, por enquanto “independente”, até porque acaba de assumir a cadeira.
BRONCA VELADA
“Analisando friamente, nós [o PTB] regredimos nesses dois anos e meio de gestão, tínhamos duas Secretarias e hoje não temos nenhuma”
Galindo não chegou a admitir, mas a inconstância no temperamento do partido se deve ao fato de a sigla, ‘parceira de primeira hora de Mauro Mendes”, não se vê contemplada com nenhuma Secretaria no staff do socialista.
Os petebistas já chegaram a comandar duas Secretarias nessa gestão, a de Cultura e Turismo (com Marcos Fablício e o IPDU, com Lamartine Godoy).
“Analisando friamente, nós [o PTB] regredimos nesses dois anos e meio de gestão, tínhamos duas Secretarias e hoje não temos nenhuma”, observou Galindo, ponderando que isso ainda não é uma reclamação, pois outras reuniões ainda devem ocorrer entre os petebistas para se tomar algum encaminhamento.
“Eu também não posso reclamar, já que depois disso [da perda das duas Secretarias] eu não fui atrás e ficou por isso mesmo”, ponderou.
Chico Galindo esteve na semana passada no casamento do ex-deputado federal Roberto Jefferson, no Rio de Janeiro, onde sentiu como estariam as articulações para a possível fusão de seu partido com o Democratas. Jefferson, delator do Mensalão ainda é a maior liderança nacional do PTB.








