MARCIA MATOS
DA REDAÇÃO
O prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (PSB), alegou motivação política e chamou de mentirosa a reportagem publicada no jornal Estado de São Paulo, na última terça-feira (7), que cita seu nome como envolvido em uma possível fraude processual de R$ 700 milhões. A reportagem repercutiu ainda em outros veículos nacionais como G1 e Revista Veja.
“Aquilo lá é uma mentira. Não existe nenhum encaminhamento ao Ministério Público Federal. Aquilo é uma inverdade publicada pelo jornal. São os inimigos políticos que tentam mentir e atacar minha imagem”, disparou.
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Mendes ressaltou que vai processar o jornal Estado de São Paulo por ter publicado informações mentirosas, a respeito da suposta fraude de uma empresa em que tem sociedade. O prefeito garante que seu nome não está no processo e que sua condenação foi um erro do juiz Paulo Roberto Brescovici.
"Estou acionando meus advogados. Tive acesso ao processo só hoje. Não quis me pronunciar sem conhecer o mesmo. Vamos processar o jornal que iniciou tudo aquilo ali, porque partiu de uma mentira, dizendo que o TRT encaminhou para o MPF uma investigação. Isso é uma mentira", frisou.
ENTENDA O CASO
A reportagem trata de uma possível 'fraude processual' na compra da mineradora Maney Mineradora Casa de Pedra por uma das empresas em que o prefeito é sócio com Valdiney Mauro de Souza. De acordo com a matéria do jornal Estado de São Paulo, a pedido do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), o Ministério Público Federal em Mato Grosso investiga uma fraude que pode chegar a R$ 700 milhões e envolve uma empresa do prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (PSB). O processo corre sob sigilo.
O juiz Paulo Roberto Brescovici considerou nulo o processo de venda de uma empresa que operava em área de extração mineral próxima ao Parque Nacional da Chapada dos Guimarães.Na investigação, concluiu-se que o juiz Luis Aparecido Ferreira Torres, que conduziu a recuperação judicial da mineradora desviou R$ 185 mil do processo - o magistrado foi afastado do cargo pelo TRT de Mato Grosso.
O juiz afastado teria permitido em 2011 a transferência das cotas da mineradora, que então se chamava Minérios Salomão, para uma empresa cuja dona era J. C. de S., filha do sócio de Mendes, Valdinei Mauro de Souza. Seis meses após se tornar dona da empresa, a moça transferiu 98% das cotas para a Maney Mineradora Casa de Pedra, que pertence ao pai e a Mendes.










Francinaldo 08/01/2014
UM JORNAL (\"O Estado de S. Paulo é um jornal brasileiro. Foi fundado, com base nos ideais de um grupo de republicanos, em 4 de janeiro de 1875\"), será que não não tem crédito nenhum? UM JUIZ = Exmo Sr. Juiz Paulo Roberto Brescovici, com toda sua Equipe, pode cometer um erro tão GRANDE? Tem que entrar com tudo > o Ministério Público, a Policia Federal, a Cia Americana, a Interpol, o FBI, o He-Man, o Lion Man, o homem aranha e até o surfista prateado, temos que passar isso a limpo e para que não suje a imagem do nosso PREFEITO MUNICIPAL DA CAPITAL.
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