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02 de Julho de 2013, 10h:32 - A | A

POLÍTICA / TRANSPORTE COLETIVO

Mendes garante que tarifa não terá aumento; empresas querem R$ 3,41

Projetos aprovados pela Câmara ainda não foram enviados ao prefeito, que tem prazo de 15 dias para sancionar ou não as leis.

DA REDAÇÃO

Prefeito argumenta que prerrogativa de aumento cabe a ele e ao Conselho Municipal de Transporte e não das empresas (Foto: RepórterMT)

Prefeito argumenta que prerrogativa de aumento cabe a ele e ao Conselho Municipal de Transporte e não das empresas (Foto: RepórterMT)

DA REDAÇÃO



O prefeito Mauro Mendes afirmou na manhã de hoje (02) que a tarifa do transporte coletivo não sofrerá qualquer aumento. Ele afirmou que os cinco projetos de lei aprovados pela Câmara de Vereadores, ampliando o número de beneficiários da gratuidade, serão analisados tecnicamente pela administração municipal – mas garantiu que a análise partirá do princípio de que o usuário do transporte coletivo não deve ser penalizado.

Ontem representantes da Associação Mato-grossense dos Transportes Urbanos (AMTU) concederam entrevista coletiva para afirmar que a sanção dos projetos de lei ocasionaria um reajuste na tarifa, que passaria a ser a mais cara do país, no valor de R$ 3,41.

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Entretanto, diz Mauro Mendes, a prerrogativa de conceder ou não reajuste sobre a tarifa do transporte coletivo é do Conselho Municipal de Transporte e do prefeito municipal, e não das empresas concessionárias do serviço.

A Câmara de Vereadores ainda não enviou os projetos para o Executivo, já que o prazo é de 15 dias e mais 15, para a sanção, ou não, do prefeito.

Os projetos aprovados pelo Legislativo municipal tratam da volta dos cobradores aos ônibus da Capital, volta do pagamento da tarifa por moeda corrente, ampliação do tempo de integração, passe-livre irrestrito aos estudantes e passe-livre aos estudantes de pós-graduação e de cursos profissionalizantes e pré-vestibulares.

Redução – No último dia 17 de junho, Mauro Mendes decretou a redução da tarifa em dez centavos, e o valor passou a ser de R$ 2,85. Conforme o prefeito, a redução foi baseada na Medida Provisória do governo federal nº 617 de 31 de maio, que zerou os impostos PIS e COFINS das empresas do transporte coletivo.

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Josias Siqueira 02/07/2013

É ISSO AI PREFEITO, NÃO CAIA NA CONVERSA FIADO DOS EMPRESÁRIOS DO TRASNPORTE COLETIVO, POIS ELES ESTÃO LESANDO BOLSO DO TRABALHADOR OFERECENDO UM PÉSSIMO SERVIÇO DE ÔNIBUS URBANOS. PREFEITO FIQUE DO LADO DO POVO E CUMPRA A SUA PROMESSA DE CAMPANHA DE FAZER VOLTAR OS COBRADORES NOS ÔNIBUS. REGISTRO AQUI O MEU APOIO A LUTA DO VEREADOR DILEMÁRIO PELA VOLTA DOS COBRADORES.

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paulo Jorge 02/07/2013

A volta dos cobradores bem como pagamento feito em dinheiro na roleta, fatalmente vai trazer de volta os assaltos aos onibus invariavelmente. Vamos pensar um pouco?

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Eduardo Alvarenga 02/07/2013

Um ônibus circulando para atender os usuários, em 30 dias, 7 dias ele consegue pagar o motorista e cobrador, mais 7 dias ele consegue pagar os impostos e manutenção no minimo. mais 7 dias paga a estrutura da empresa, e com certeza o empresario no minimo 9 dias de lucro liquido; se observar bem, e por ônibus. Agora multiplique o lucro liquido pela frota, se dividir ao meio com mais alguma má administração, ainda tem lucro. E por cima ainda financiado pelo dinheiro do POVO. Se quiserem me financiar como fazem, também aceito e daqui a um a dois anos dou parecer sobre o resultado.

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3 comentários