PAULO COELHO
DA REDAÇÃO
O governo do Estado já economizou R$ 1 bilhão com corte de servidores e revisão de contratos, na primeira fase da reforma administrativa, já executada nesse primeiro semestre.
A afirmação é do secretário de Planejamento, Marco Marrafon, que citou como exemplo, em revisão de contratos, um acordo que foi rescindido devido a discrepância de valores, numa comparação entre o que foi contratualizado pela gestão passada e a tabela praticada pelo mercado.
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Nesse mesmo sentido, o governo já está sinalizando com uma reforma tributária a ser apreciada e votada pela Assembleia Legislativa no segundo semestre.
“Foi detectado um contrato da gerenciadora e supervisora de obra no valor de R$ 185 milhões, quando no mercado, conseguiu-se uma outra empresa para a mesma finalidade, no valor de R$ 15 milhões, ou seja, só aí verifica-se uma economia de mais de R$ 160 milhões”, apontou Marrafon em visita e entrevista ao
.
Essa economia, conforme o secretário, deve-se à determinação do governador Pedro Taques (PDT) de insistir na realização de auditorias minuciosas quanto à “herança” deixada pelo governo passado.
Marrafon também garante que esse ritmo de ajuste vai continuar sem que haja prejuízo à qualidade dos serviços prestados ao cidadão, na ponta.
Nesse mesmo sentido, o governo já está sinalizando com uma reforma tributária a ser apreciada e votada pela Assembleia Legislativa no segundo semestre. Essa estratégia passa, necessariamente, pela elaboração de uma nova lei que balize a política de incentivos fiscais no Estado.
Ainda à LDO, outro ponto que já tem gerado muita discussão é quanto à margem de investimento prevista para 2016, pouco maior de 9%, ante índices, alegados pela gestão Silval, por exemplo, que batiam a casa dos 20%.
Quanto à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO-2016), Marco Marrafon, entende como normais as discussões e debates que têm havido no âmbito da Assembleia Legislativa, onde os deputados não chegaram a um consenso, até agora, sobre a peça orçamentária que prevê mais de R$ 16 bilhões para o ano que vem. Os parlamentares ofereceram muitas emendas à LDO o que acabou virando um substitutivo integral à matéria, mas nem assim houve acordo para que a votação ocorresse ainda no primeiro semestre, o que privou os deputados de gozarem do meio do ano. Marrafon explica, nessa entrevista, como estão as conversações.
Aliás, quanto ainda à LDO, outro ponto que já tem gerado muita discussão é quanto à margem de investimento prevista para 2016, pouco maior de 9%, ante índices, alegados pela gestão Silval, por exemplo, que batiam a casa dos 20%. A explicação técnica de Marco Marrafon para essa diferença, é que a previsão orçamentária do governo Taques condiz mais com a realidade do que a feita pelo ex-governador que substimava o orçamento.
Assista aqui a íntegra da entrevista:














