PAULO COELHO
DA REDAÇÃO
O governo do Estado extrapolou em 0,85% nos gastos com folha de pagamento dos servidores no primeiro quadrimestre de 2015, ferindo a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Isso quer dizer que o governador Pedro Taques (PDT) terá que enxugar mais ainda o quadro de pessoal para tentar corrigir o descontrole verificado que, apesar de aparentemente pequeno, acendeu o sinal de alerta da equipe econômica do Paiaguás.
Na prática, os gastos com folha de pagamento chegaram a R$ 5.348.487.084,32, acumulados nos últimos 12 meses, representando um percentual de 49,85% da Receita Corrente Líquida (RCL)
As informações são da própria assessoria técnica da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), que no início desse mês chegou a emitir uma nota recomendatória ao Executivo, que considerou o Relatório Mensal de Acompanhamento da Despesa com Pessoal, orientando sobre como se adequar à LRF.
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Nos dados consolidados, em que constam os gastos com pessoal de todos os poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) e cujo limite máximo é de 60%, Mato Grosso alcançou 59,69%, ultrapassando o limite prudencial.
Na prática, os gastos com folha de pagamento chegaram a R$ 5.348.487.084,32, acumulados nos últimos 12 meses, representando um percentual de 49,85% da Receita Corrente Líquida (RCL), também acumulada em igual período, ou seja, ultrapassando os limites máximos permitidos pela referida lei fiscal.
Conforme a nota técnica da Sefaz, o percentual ultrapassado de 0,85% representa um valor de R$ 91.718.762,28.
“Nota-se que Despesa Pessoal Liquida em 2015 apresentou uma evolução de 5,42% em relação à posição de dezembro de 2014, o que em valores representa R$ 274,949.608,63 de crescimento, em contrapartida a RCL apresentou uma redução no acumulado dos 12 últimos meses R$ 181.501.441,12 em relação à RCL acumulada de 2014, fatos esses que corroboraram para que o limite máximo fosse alcançado já nesse primeiro quadrimestre...”
A equipe técnica da Sefaz ainda explica em nota, que a redução da Receita Corrente Líquida se deveu ao não pagamento por parte do governo federal em 2015, “ uma vez que em janeiro de 2014 ingressaram recursos do FEX, que consequentemente elevaram a RCL daquele mês...”
A equipe técnica da Sefaz ainda explica em nota, que a redução da Receita Corrente Líquida se deveu ao não pagamento por parte do governo federal em 2015
Entre as recomendações da assessoria econômica do governo, dois caminhos são apontados para a retomada da normalidade nos indicadores de gastos com pessoal: Aumento da RCL ou redução da Despesa de Pessoal.
“No entanto o que causa preocupação é que a legislação exige a redução de 1/3 do indicador extrapolado já no quadrimestre seguinte, uma vez que o limite máximo foi atingido no 1º quadrimestre e historicamente a RCL sofre uma redução no 2º quadrimestre, a redução de despesa de pessoal seria a alternativa a ser atacada, no entanto existe um cenário de reenquadramento de carreiras, aumentos escalonados e acordos firmados com categorias a serem implementados [com data de maio passado], o que agravaria ainda mais a situação”, explica a nota técnica.















stive 09/06/2015
SÓ CONVERSA FIADA DO GOVERNO... É SIMPLES CORTA ALGUMAS SUB-SECRETÁRIAS VINCULADAS A CASA CIVIL QUE SÓ SERVE PARA CABIDE DE EMPREGO... TEM UMAS SEIS SUB-SECRETÁRIAS QUE NO GOVERNO PASSADO NÃO EXISTIA E O SENHOR TAQUES CRIOU LÁ É SÓ SALÁRIO GORDO...
Mteus 09/06/2015
Governo não viu nada..., Na hora que o governo federal resolver criar uma lei modelo igual ao do Pedro Taques BOM PAGADOR, e parcelar em 30anos e enfiar guéla abaixo como fez o atual governador.Aposto que ele vai reclamar e buscar o STF pra barrar a lei do bom pagador da DILMA. Faça o que eu mando mas não faça o que eu foço. Também poderá: a cada 10 dispensa o governo nomeá 08 cargoso D.O.,ai não tem receita que aquenta.Tem que parar desta mania de arrumar culpado pra tudo. Dinheiro publico pra prosoja e famato tem né e UTI nél natal não tem.
Alexandre 09/06/2015
medidas a tomar colocar o Governo Federal no CADIN, parar de fazer repasses para a União até completar o valor do FEX, parar de aumento de salário para a assembleia legislativa, demitir comissionados, se ao tem recursos para manter a folha como que vão entrar 300 indicados pelos partidos no Governo.
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