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"Se eles foram para o poder Judiciário é que eles não querem mais interlocução com o governo”.
MARCIA MATOS
DA REDAÇÃO
O governador Pedro Taques (PDT), disparou na última semana que o Sindicato dos Escrivães da Polícia Civil não falava a verdade quando declarou que o governo não teria aberto o diálogo, com a categoria que atualmente está em greve e tem causado muito transtorno pela demora para quem precisa registrar uma ocorrência.
"Eles disseram na imprensa que nós não abrimos diálogo com eles. Não é verdade isso. Eu tenho todas as atas de todas as reuniões que eles participaram".
"O Sindicato de Escrivães é que impetrou o mandato de segurança e eles disseram na imprensa que nós não abrimos diálogo com eles. Não é verdade isso. Eu tenho todas as atas de todas as reuniões que eles participaram. Também nós temos, criado por decreto, um comitê que reúne os secretários de Administração, Planejamento e Fazenda. Então primeiro tem que conversar com eles sobre greve, depois vai conversar com o secretário da pasta, depois vai conversar com secretário da Casa Civil. Tem uma regra e essa regra precisa ser cumprida”, disparou.
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Para o governador o posicionamento da categoria demonstra que eles não teriam interesse em chegar a um acordo de imediato.
"Se eles foram para o poder Judiciário é que eles não querem mais interlocução com o governo”.
“Todas essas fases passaram, e como não tivemos interlocução com o sindicato? Se eles foram para o poder Judiciário é que eles não querem mais interlocução com o governo”, declarou.
"Foi aprovada uma Lei, pela Assembleia Legislativa, dentro do período em que a Lei de Responsabilidade Fiscal diz que não pode dar aumento".
Aos jornalistas, Taques afirmou que a exigência de reajuste salarial vai contra a Lei de Responsabilidade Fiscal e cita incoerência na Lei aprovada pela Assembleia Legislativa.
“Qual é o debate aqui? Foi aprovada uma Lei, pela Assembleia Legislativa, dentro do período em que a Lei de Responsabilidade Fiscal diz que não pode dar aumento, e foi ofertado aumento para eles salarial, oque é legítimo, o aumento salarial, mas não fora do prazo estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Nós não estamos discutindo o mérito, se eles têm direito ou não, estamos discutindo a forma como foi feito. Agora, nós estamos abertos ao diálogo”, argumentou.
A GREVE
A greve dos policiais civis, que teve início na primeira semana de fevereiro, ainda não tem previsão de terminar. Uma audiência com o comitê do governo estaria confirmada para depois do carnaval, a fim de chegarem a um acordo.
A reivindicação dos escrivães é que seja cumprida uma lei aprovada na Assembleia Legislativa, em 2014, que trata da reestruturação da carreira da categoria. Pela Lei no início de 2015 estaria previsto o reajuste de 5% para os escrivães.
Atualmente apenas 30% do efetivo está atuando nos plantões das delegacias. O número é baixo e acaba gerando transtornos nas delegacias, principalmente no período festivo do Carnaval.














Armando 19/02/2015
O imperador Dom Pedrinho, tem e que cumprir a Lei. Quero ver se ele vai sacanear a PM também. Estamos de olho. Quanto a você junior Maia que acha que a greve não tem efeito nenhum e que os escrivães não fazem nada devia e calar a sua boca. pois você deve ser algum PM com dor de cotovelo cai na real cara vai estudar não entremos pela janela como vocês e fiquem esperto que no final tudo pode mudar ai vamos ver quem ri melhor.
Junior Maia 18/02/2015
Não vi ninguém reclamando da greve, não teve diferença nenhuma, pois nunca fazem nada...ninguém sentiu essa greve
tenho dito 18/02/2015
Então o Pedro taques esta ferindo a lrf a muito tempo com nomeações, chamamento de concursados, criando cargos...até ele mesmo teve aumento, isso sim é uma facada na lrf!!!!!
3 comentários