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03 de Novembro de 2016, 08h:50 - A | A

POLÍTICA / SALÁRIOS EM RISCO

FEX emperra com burocracia e só deve sair em dezembro, diz bancada de MT

O fundo é fundamental para que o governo do Estado possa recompor o caixa e garantir os salários.O Fex é uma compensação para os estados produtores de comodities

RepórterMT

Fábio Garcia e Wellington dizem que FEX precisa ser aprovada na Câmara e Senado.

Fábio Garcia e Wellington dizem que FEX precisa ser aprovada na Câmara e Senado.

FRANCISCO BORGES
DA REDAÇÃO



A volta da regularidade nos pagamentos dos salários dos servidores públicos estaduais dentro do mês trabalhado, como vinha sendo feito pelo governo do Estado, corre o risco de ser normalizada apenas em 2017. Isso porque o principal recurso esperado pelo chefe do Executivo, Pedro Taques (PSDB), para estabilizar a situação de escalonamento nos salários é Auxílio Financeiro de Fomento às Exportações (FEX), de R$ 391 milhões, devido pela União à Mato Grosso que só deve sair em dezembro.

O coordenador da bancada federal de Mato Grosso em Brasília, deputado federal Fábio Garcia (PSB), disse que a medida provisória (MP) para a liberação do recurso editada pelo presidente da República, Michel Temer (PMDB), ainda precisa cumprir alguns ritos até que fique pronta para ser encaminhada ao Plenário para as votações na Câmara Federal e no Senado. Só após a MP ser aprovada é que o Governo Federal deve pagar o montante.

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“O governador já me pediu para que dê a maior celeridade na medida, na bancada federal, e é o que nós queremos fazer”, disse Fábio Garcia

Garcia explicou que a MP foi editada e publicada. Após isso, ela deve ser levada para a Câmara Federal onde ainda precisa ser criada uma comissão especial para analisar o documento e emitir seu parecer pela aprovação ou não. Segundo Fábio, que foi um dos nomes indicados para compor o grupo, a comissão sequer foi montada. “A comissão deve terminar de ser montada no final deste mês”, disse à reportagem.

Depois de aprovada na comissão, a MP segue para a votação no Plenário da Câmara. Para ser aprovado o documento precisa passar por duas sessões, mesmo se for colocado em regime de urgência. Para que o tempo de tramitação lá na Câmara não seja prolongado é preciso que não exista resistência de nenhum deputado, que possa contestar a MP e assim fazer com que ela demore ainda mais para ser aprovada.

“O governador já me pediu para que dê a maior celeridade na Medida na bancada federal e é o que nós queremos fazer”, disse o deputado. Na bancada existem pelo menos

três deputados que fazem oposição ao governo de Taques e que poderiam criar alguma resistência, mas que é quase certo que não irão fazê-la, pois o valor beneficia diretamente os mato-grossenses. São eles: Ságuas Moraes (PT), Valtenir Pereira (PMDB) e Carlos Bezerra (PMDB).

“Não credito que terá resistência de ninguém da oposição de MT, porque é uma verba que vai ajudar o Estado. Pelo contrário, nós queremos que ela ande e ajude o mais depressa possível o governo nessa questão financeira”, disse o deputado Valtenir.

“Não credito que terá resistência de ninguém da oposição de MT, porque é uma verba que vai ajudar o Estado. Pelo contrário, nós queremos que ela ande e ajude o mais depressa possível o governo nessa questão financeira”, disse o deputado Valtenir à reportagem.

Após todo o trâmite na Câmara, a MP segue para ser votada em Plenário no Senado Federal também em duas sessões. Ao menos dois senadores também estão ligados ao grupo de oposição a Taques, que são Wellington Fagundes (PR) e Cidinho Santos (PR). Entretanto, a exemplo dos deputados opositores eles também não devem criar nenhum empecilho na aprovação do documento. “Isso falta em Taques, mas ele precisa ter diálogo com todos da bancada para pedir a celeridade. O problema é que ele é sectário demais e não tem conversado com quem não interessa”, criticou Fagundes.  

“Somente com a publicação da MP o governo poderia pagar o FEX. Mas se fizer isso sem a aprovação do Congresso Nacional ele pode sofrer alguma contestação. Por isso acho que ele paga somente quando estiver aprovada e isso deverá ocorrer em dezembro”, salientou Fábio. O recesso dos órgãos municipais, estaduais e federais começa no mesmo período, ou seja, também em dezembro.  

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alexandre 03/11/2016

Dilma saiu, acabou a sangria dos Pixulecos, está na hora de consertar o rombo do populismo, o governo tem até final do dezembro pra pagar o FEX, o táxis que conta com receitas antecipadamente, a previsão de rombo existe desde 5/2015 o que aumentou foi a isenção fiscal ao Agronegócio.

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Murilo 03/11/2016

Não era só sair a Dilma que tudo se resolveria??? Cade os parlamentares aliados que tiraram ela da presidência??? A câmara só encheu no dia do impeachment!!! Agora querem dar auxílio-alimentação pra deputado e "fies" de 7.500 pra juiz!!!!!...

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Mteus 03/11/2016

Governo reclama, reclama,reclama mas dinheiro ta sobrando pra gastar na mídia no rádio e televisão pra fazer propaganda e auto promoção.Tem que economizar com os alugueis jatinhos pra lá pra cá.Por que não vai pra Brasilia e outras viagens em voos comercial de madrugada que é mais barato hen! Gente, este pessoa ai, pra ir ali em Campo Grande no MS, tem que ir de avião. Por não vai de carro né.Pra ir ali em Rondonópolis tem que ir de avião.Pra ir ali em Cáceres também ter que gastar co avião.É por isso que não ta sobrando pra praga os salários só pode ser isso né.

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3 comentários