RAFAEL DE SOUSA
REDAÇÃO
A demissão do ministro da Saúde, Arthur Chioro, nesta terça-feira (29), após uma conversa "gelada" e por telefone com a presidente Dilma Rousseff (PT) não deve trazer prejuízos para Cuiabá. A informação é do secretário de Governo de Comunicação da Prefeitura da Capital, Kléber Lima. “Uma pena. Ele demonstrava ser um técnico muito competente e um político muito sensível e comprometido com a saúde pública”, elogia o secretário do prefeito Mauro Mendes (PSB).
Kléber informou ainda “que não há nenhum pedido em tramitação no ministério, apenas os processos de rotina. Esperamos que tenha com o novo ministro o mesmo relacionamento (que mantinha com Chioro), para o bem da saúde de Cuiabá, de Mato Grosso e do Brasil”, afirma Kléber.
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O secretário de Estado de Saúde, Marco Bertúlio ainda não se pronunciou oficialmente sobre a exoneração do ministro. O secretário está em viagem pelo interior do Estado deve se manifestar em breve.
MOTIVO DA DEMISSÃO
A decisão veio depois de uma forte pressão do PMDB por mais espaço no governo petista, não teve jeito, Dilma cedeu e o ofereceu o ministério de uma espécie de moeda de troca, pela governabilidade. Chioro não foi pego de surpresa porque já havia se queixado a colegas que se sentia "rifado" pela presidente.
VISITA A CUIABÁ
O ministro da Saúde, Artur Chioro, esteve em Cuiabá, no dia 21 de julho, onde assinou o ato de funcionamento do Hospital São Benedito, junto com o governador de Mato Grosso Pedro Taques (PSDB) e o prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (PSB), iniciando oficialmente os atendimentos na unidade hospitalar.
Na solenidade, o ministro assinou ainda também portaria repassando à Cuiabá quase R$ 37 milhões provenientes do Ministério da Saúde, garantindo o custeio da unidade por meio do Fundo Nacional de Saúde.














