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14 de Março de 2015, 17h:11 - A | A

POLÍTICA / JUDICIALIZAÇÃO DA SAÚDE

Custo chegou a R$ 80 mi em 2014; chefe do MPE culpa má gestão

Para o procurador-geral de Justiça do Estado, Paulo Prado, a demanda é alta porque a judicialização da Saúde passa pela forma que o governo administra esse setor.

RepórterMT

Segundo Prado, o MPE tem buscado estreitamento com a equipe do governador Taques (PDT)

Segundo Prado, o MPE tem buscado estreitamento com a equipe do governador Taques (PDT)

PAULO COELHO
DA REDAÇÃO



O Estado  de Mato Grosso pagou em 2014, cerca de R$ 80 milhões  referentes a demandas judiciais provenientes da própria deficiência no atendimento  à população.

O valor foi confirmado pela Secretaria de Estado  de  Saúde, e se refere a liminares concedidas pela Justiça  que obrigam o Estado garantir o atendimento aos cidadãos que, buscam e não encontram os serviços na rede Pública. A maior parte é referente a vagas em Unidades de Terapia  Intensiva (UTIs).

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Para o procurador-geral de Justiça do Estado, Paulo Prado, a demanda é alta porque a judicialização da Saúde passa pela forma que o governo administra esse setor.

“A judicialização passa pela boa gestão do governo,  o jeito que ele administra”, disse o chefe do Ministério Público.

Para Paulo Prado, as formas mais comuns onde a Saúde Pública é judicializada, são aquelas em que os cidadão buscam o auxílio jurídico direto do Ministério Público, da Defensoria Pública, ou por representação particular.

“Muitas vezes isso ocorre pela má-gestão do Poder Público, pela má distribuição de remédios”, emendou Prado.

Segundo ele, o MPE tem buscado estreitamento com a equipe do governador Pedro Taques (PDT), repassando dados sobre a demanda da judicialização da Saúde em todo o Estado.

De acordo com o procurador,  números  sobre as representações  judiciais  referentes a cirurgias, internações  e leitos de UTI, por exemplo, já foram repassados ao governo estadual, o que teria servido de alerta para Taques , quanto à forma de gerir a Saúde Pública em Mato Grosso.

Paulo Prado se disse otimista com o anúncio da construção  de um novo hospital e pronto-socorro em Cuiabá que, ao menos no papel, deverá ser referência estadual em atendimento em todas as complexidades e especialidades. 

“Nós informamos  ao governo , por exemplo, que duas mil mulheres estavam na fila de espera, aguardando uma simples mamografia e isso o governo já  sabe e  achamos que com a construção desse novo pronto-socorro em Cuiabá, nos moldes em que está sendo anunciado, com cirurgias, consultas, internações etc, com certeza, vai reduzir  essa demanda”, finalizou Prado.

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Vania 14/03/2015

Vocês devia ir a Defensoria Pública do Estado falar com os defensores da área da saúde, pois acredito que o valor bloqueado não chega a tudo isso não, o engraçado que em todas as reportagens em relação a judicialização da saúde todo mundo fala, MP,SES, PGE, JUIZ menos a Defensoria que entra com a maioria se não todas as demandas de saúde, porque não ir lá, ver o dia dia, do atendimento, acredito que seria interessante e justo.

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FÁCIL BATER EM CACHORRO MORTO 14/03/2015

MEU CARO DR. PAULO PRADO FICAR PEGANDO CARONA NESSE DISCURSO FACISTA DO PEDRO TAQUES, TA FEIO PARA O MPE.... VCS VIVIAM BAJULANDO SILVAL , BLAIRO .... DEPOIS QUE O TAQUES SAIR DO GOVERNO VCS VAO BATER NELE COMO DE COSTUME, TA FEIO ISSO.... FAÇAM O TRABALHO DE VCS SEM PIROTECNIA... E AS CARTAS DE CRÉDITO DE VOCES????????????????????????????????????????????????????????

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2 comentários