DA REDAÇÃO
Eles teriam mandado parar e revistaram o carro. Encontraram, segundo a coligação, uma lista com nomes, telefones e endereços que seriam de outros coordenadores de campanha e a apreendera. .
Durante a revista, o genro de Pimentel, que é policial militar, foi ao local e pediu a identificação dos supostos policiais federais. No entanto, eles teriam entrado no veículo placas KAT 2215 e fugido.
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Ontem (27) foram apreendidas 200 camisetas similares ao uniforme utilizado pela Polícia Federal que seriam utilizadas pela coligação de Lúdio. O coordenador jurídico da coligação de Mendes, advogado José Antônio Rosa, estima que cerca de 70 carros, com duas ou três pessoas em cada um, circularam pela cidade realizando a atividade ilegal.
Segundo Rosa o ex-secretário extraordinário da Copa do Mundo, Eder Moraes, seria o organizador do esquema. O fato foi denunciado ao presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), desembargador Rui Ramos Ribeiro, e à Polícia Federal.
Outro Lado:
Eder Moraes, que apoiou Lúdio Cabral (PT), nega as acusações do advogado e rebate dizendo que, quem conhece prisão da PF é justamente o causídico. “Eu nunca estive envolvido com atos eleitorais ilícitos. Isso tudo é para desviar o foco do que realmente está acontecendo. Essa é uma prática manjada, velha. Quem conhece bem o que é ser preso pela PF é o advogado, que foi preso pela operação Pacenas, da Federal", argumentou.








