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Aliado de Lula terminou em quarto lugar na disputa; Rafaela também não conseguiu se eleger e acumula segunda derrota consecutiva
DO REPÓRTERMT
O senador Carlos Fávaro (PSD), ex-ministro da Agricultura do governo Lula (PT), não conseguiu renovar o mandato nas eleições deste domingo (4), em Mato Grosso. Alvo de críticas de adversários da direita, que o acusam de ter traído o eleitorado conservador ao se aproximar do petista, ele terminou em quarto lugar, com 411.020 votos, equivalentes a 11,50% dos votos válidos para o Senado.
O revés também atingiu a filha do senador, Rafaela Fávaro (PSD). Candidata a deputada estadual, ela recebeu 9.787 votos e ficou fora da Assembleia Legislativa. É a segunda derrota eleitoral seguida da jornalista, que disputou a Prefeitura de Cuiabá em 2024 como vice na chapa de Lúdio Cabral (PT).
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As duas vagas ao Senado ficaram com Mauro Mendes (União Brasil) e José Medeiros (PL), adversários do projeto político defendido por Fávaro. O resultado encerra a tentativa do aliado de Lula de permanecer na Casa por mais oito anos.
Fávaro conquistou a cadeira na eleição suplementar de 2020, convocada após a cassação de Selma Arruda. Naquela disputa, buscou espaço entre os eleitores de direita e contou com apoio de integrantes da base do então presidente Jair Bolsonaro (PL).
Dois anos depois, assumiu a coordenação da campanha de Lula em Mato Grosso. A escolha provocou reação de setores do agronegócio e de antigos aliados, que passaram a classificá-lo como “traidor”. Com a vitória do petista, Fávaro foi nomeado ministro da Agricultura.
A aproximação com o Planalto também marcou o afastamento de Margareth Buzetti (PP), sua primeira suplente. Identificada com a direita, ela criticou os retornos de Fávaro ao Senado e afirmou que ele centralizava a destinação das emendas parlamentares.








Uelton Santana Ferreira 05/10/2026
Kkkkkl bem feito
1 comentários