Assessoria

Guilherme Maluf alegou agenda política para faltar à audiência de instrução nesta terça-feira (5).
KEKA WERNECK
DA REDAÇÃO
O deputado estadual Guilherme Maluf (PSDB) remarcou para 9 de junho, na Sétima Vara Criminal de Cuiabá, a data que irá depor, como testemunha de defesa do ex-deputado estadual José Riva (PSD), no processo da Operação Imperador, em que Riva responde pelo desvio de R$ 62 milhões da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL-MT), quando era presidente da Casa.
Parlamentares que têm foro privilegiado, quando são arrolados como testemunhas, podem escolher a data de depor.
Parlamentares que têm foro privilegiado, quando são arrolados como testemunhas, podem escolher a data de depor.
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Maluf, que é o atual presidente da AL-MT, havia confirmado à Justiça que seria interrogado nesta terça-feira (5), mas justificou ausência, alegando conflito de agendas, preferindo comparecer ao evento que marca os 150 anos de Marechal Rondon, em Mimoso, onde se reuniram vários políticos mato-grossenses, entre eles o governador Pedro Taques (PDT).
Além de Maluf, a juíza Selma Rosane, que conduz o processo, ainda vai ouvir os deputados Romoaldo Júnior (PMDB), dia 28 de maio, e Mauro Savi (PR), no dia 23 de junho.
Parlamentares que têm foro privilegiado, quando são arrolados como testemunhas, podem escolher a data de depor.
A juíza mandou também notificar o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Sérgio Ricardo, para que escolha uma data, o que ele ainda não fez. Na época em que o suposto desvio ocorreu, de 2005 a 2009, o então deputado Sérgio Ricardo compunha a Mesa Diretora da AL, junto com Riva e Savi.
Parlamentares que têm foro privilegiado, quando são arrolados como testemunhas, podem escolher a data de depor.
Somente após esta série de audiências de instrução, que o processo ficará pronto para a sentença da juíza. Ela vai dizer se Riva é culpado ou inocente das acusações que pesam contra ele.













