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Cuiabá, 19 de Junho de 2026
19 de Junho de 2026

17 de Dezembro de 2025, 09h:32 - A | A

POLÍCIA / OPERAÇÃO CONTRAGOLPE

Veja quem são os presos por morte de policial penal em Várzea Grande

José Arlindo da Cunha, de 55 anos, foi atingido por disparos de arma de fogo e violentamente espancado até a morte.

EDUARDA FERNANDES
THIAGO NOVAES
DO REPÓRTERMT



A Polícia Civil prendeu três homens pela morte do policial penal José Arlindo da Cunha, de 55 anos, espancado e baleado no dia 22 de novembro, no bairro Marajoara, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. Dois deles foram presos durante a Operação Contragolpe, deflagrada na manhã de hoje (17), e um terceiro é considerado foragido.

Foram presos Valdeir Rodrigues Bandeira, de 35 anos, e Mikael Luan Rodrigues Figueiredo, de 29,  e Jefferson da Silva Campos, de 25 anos.

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A operação cumpre três mandados de prisão temporária e três de busca e apreensão, decretados pela 1ª Vara Criminal de Várzea Grande, com base nas investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Leia mais - Operação prende três por espancar e matar policial penal em Várzea Grande

Conforme apurado, várias pessoas foram até a residência onde o policial penal estava, o chamaram no portão e, em seguida, ele foi atingido por disparos de arma de fogo e violentamente espancado, morrendo ainda no local. O crime teria sido motivado por uma discussão anterior ocorrida durante uma confraternização.

Durante a ação, Rivaldo Caetano da Silva, que também participava das agressões, foi baleado pela vítima, que agiu em legítima defesa. Ele chegou a ser socorrido e levado ao Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Após o crime, os envolvidos furtaram a arma do policial penal, que foi localizada no dia seguinte, jogada em uma área de mata no bairro Santa Izabel, também em Várzea Grande.

Segundo a Polícia Civil, os três identificados participaram diretamente das agressões físicas que resultaram na morte e desfiguração da vítima. As investigações continuam para localizar o foragido e esclarecer completamente a dinâmica do crime.

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Nalmir 17/12/2025

Os policiais penais se acham ser policial,humilhação às pessoas Arizona empinados deveriam voltar ao nome certo \"carcereiros\"pois os presos estão na carceragem,devem serem cuidados por carcereiros,certo

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1 comentários