RAUL BRADOCK
DA REDAÇÃO
Completou um ano o desaparecimento do agrônomo Éder Tadeu Maciel Costa, que sumiu no dia 5 de maio de 2017, no município de Água Boa (730 km a Leste de Cuiabá), onde prestava serviços. Letícia Maciel, esposa dele, continua em busca do paradeiro do marido e pede que quem tiver, repasse informações do agrônomo e relata a angústia sofrida.
“Tudo continua na mesma situação. Há um ano não temos informação dele. A esperança é a última que morre. Eu quero saber o que aconteceu, se está vivo ou morto, quero saber. A falta de informação é pior. Se a gente sabe que está vivo e bem é uma coisa e se também sabemos que está morto, sabemos que acabou. A gente vive angustiado sem informação”, explica Letícia.
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O casal tem duas filhas. Segundo Letícia, a mais velha, de cinco anos, é a que mais sente a falta do pai.
“As filhas estão prosseguindo, mas a mais velha sente a falta dele e nunca vai esquecer. Vai ser um trauma”.
À época do desaparecimento, o carro de Éder foi encontrado abandonado em uma lavoura de milheto, onde deixou vários rastros.
As últimas informações sobre o agrônomo são de que foi visto um homem, com as mesmas características dele, próximo ao local que foi abandonado o carro, pedindo carona na rodovia.
Reprodução
Veículo deixou rastros em lavoura e depois foi abandonado.
O caso é acompanhado pela Polícia Civil. Não há confirmação de que era Éder quem dirigia o carro.
Pedido de ajuda
A Polícia Civil suspendeu as buscas ao agrônomo pela falta de pistas, porém, diligências são feitas sempre que há denúncia dobre o paradeiro de Éder.
A esposa pede para que, caso alguém tenha informações, que entre em contato com a Polícia Civil ou Militar pelos telefones 197 ou 190.
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