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14 de Agosto de 2023, 10h:44 - A | A

POLÍCIA / COVARDIA ABSURDA

Mulher agride menina com tapa no rosto em condomínio na Capital; veja o vídeo

Segundo a mãe da menina vítima de agressão, houve intimidação por parte dos familiares da agressora. O marido dela seria policial.

Reprodução

Mulher desferiu tapa em rosto de menina de 11 anos.

Mulher desferiu tapa em rosto de menina de 11 anos.

APARECIDO CARMO
DO REPÓRTER MT



Câmeras de circuito de monitoramento interno de um condomínio de Cuiabá registraram o momento em que uma mulher agride com um tapa do rosto uma menina de 11 anos no último dia 13 de agosto, domingo. (Veja o vídeo abaixo).

Segundo a mãe da menina agredida, Vanessa Carolina Maya, a agressora costuma frequentar o condomínio, onde possui familiares. Não é a primeira vez que essa mesma mulher se envolve em confusões no condomínio. De acordo com Vanessa, o filho dela costuma ser agressivo com outras crianças e quando elas reagem ele procura a mãe, que vai tomar satisfações.

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“Esse menino, filho da agressora, enforcou o meu filho menor. Enforcou e rodou ele. E a minha filha ela tem uma ordem aqui em casa que é: proteja o seu irmão. E ela me relata que ela falou com ele, ‘não bata no meu irmão’. E as crianças aqui são bastante protetoras, e os meninos também brigaram com esse menino e falaram que não era para bater nos menores. E ele bate duas vezes, ele bate em dois pequenos duas vezes, e aí meio que deixaram ele de lado”, disse.

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Conforme Vanessa, a filha relatou que o menino saiu da quadra em seguida, contou algo para a mãe, que foi em direção às outras crianças. Ela pergunta pelo nome da menina e desfere um tapa no rosto da criança. A menina diz que vai chamar a mãe e a mulher responde que “Pode chamar sua mãe que eu vou bater nela também”.

Vanessa conta que foi ao encontro da agressora para tirar satisfação e disse que iria chamar a polícia, momento em que ouve “aqui está cheio de polícia”. O marido da agressora começa a rir e diz “Pode chamar a polícia. Eu sou a polícia. Pode chamar, não vai dar em nada”.

“Esse casal foi muito rápido em sair do condomínio. E ninguém quis segurar eles. Eu não vi, mas um casal que estava lá me auxiliando, me acalmando, falou assim: ‘olha, ele colocou a mão na cintura fazendo menção que esta armado’. E aí todo mundo ficou com medo, sabe, de acontecer uma tragédia. A gente não sabe há quanto tempo a pessoa está ali bebendo, está alterado”, relatou.

Um boletim de ocorrência foi registrado e Vanessa assegurou que vai fazer uma representação criminal, além de pedir medida protetiva contra a agressora. Ela conta que no momento de registrar o boletim de ocorrência teria sido pressionada pelos atendentes da Central de Flagrantes a não colocar no documento o nome do pai da criança, que é um policial militar.

“Quando eu fui fazer o boletim de ocorrência na Central de Flagrantes, eu percebi também que teve uma resistência em colocarem o nome do pai no boletim. Falaram ‘ah, mas o pai não fez nada, o pai não agrediu. A agressora foi a mãe’. E aí acabei não colocando. Me senti pressionada por isso”, contou.

Veja o momento da agressão:

 

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Geny 17/08/2023

Ela tem wue ser presa, não pode conviver no meio das pessoas, muito menos perto de crianças

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Ubenice 14/08/2023

Essa é louca precisa interna num hospício Sem noção

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Catharina 14/08/2023

Eta ,esses farofeiro que entra em nossos condomínios não merece frequentar certos lugares tem de viver lá onde mora ,lá faz o que quer e não pode kkk

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3 comentários