DA REDAÇÃO 18h50
Os réus Hércules de Araújo Agostinho e Célio Alves de Souza foram condenados nesta quarta-feira (29.06), a 16 anos de prisão por homicídio qualificado praticado contra Mauro Sérgio Benedito Manhoso. A tese defendida pelo Ministério Público, durante júri popular, foi acolhida em sua totalidade, pelos jurados.
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De acordo com os promotores de Justiça que atuaram no júri, Antônio Sérgio Cordeiro Piedade e João Augusto Veras Gadelha, a definição da pena levou em consideração o fato do homicídio ter sido praticado mediante paga e com a utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima.
O crime ocorreu em 9 de outubro de 2000, por volta das 18h30, na rua Desembargador Ferreira Mendes, próximo à Câmara Municipal, centro da Capital. Consta nos autos que Célio Alves, da garupa da moto conduzida por Hércules de Araújo, efetuou diversos disparos contra a vítima, que estava dentro do seu carro. Manhoso foi atingido por nove disparos de uma pistola calibre 380 e morreu no local.
O ex-bicheiro João Arcanjo Ribeiro foi denunciado pelo Ministério Público Estadual como mandante do referido crime. A Promotoria de Justiça Criminal aguarda o trânsito em julgado da decisão de pronúncia, para que o processo seja julgado perante o Tribunal do Júri.
Manhoso teria sido morto por estar tentando concorrer com o jogo do bicho em Cuiabá e Várzea Grande.
O Júri Popular foi presidido pela juíza Mônica Catarina Perri. O Ministério Público Estadual (MPE) foi representado pelo promotor criminal João Augusto Gadelha.















