JOÃO RIBEIRO
DA REDAÇÃO
Bruna Martins Bianchini é acusada de falsidade ideológica pela Polícia Militar. Ela tentou se passar por sobrinha do governador Pedro Taques (PDT) e ainda por militar do Corpo de Bombeiros, na manhã desta quinta-feira (4), em Cuiabá.
A mulher contou que o namorado bateu no rosto dela e disse que iria matá-la caso não reatasse o relacionamento. Por volta das 6h, o acusado teria fugido.
Segundo informações do Boletim de Ocorrência (B.O), Bruna acionou os policiais dizendo que foi agredida, ameaçada de morte e mantida refém por oito horas, entre a noite de quarta-feira (3), e a manhã de ontem (4), pelo ex-namorado J.T.M., de 29 anos. O caso teria acontecido na casa dela, localizada no bairro Poção.
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A mulher contou que o namorado bateu no rosto dela e disse que iria matá-la caso não reatasse o relacionamento. Por volta das 6h, o acusado teria fugido.
Bruna foi até a delegacia da Polícia Civil vestida com uma farda do CB. Após a denúncia, ela acompanhou os policiais até a casa do suposto agressor, no bairro Despraiado. O homem não foi localizado. No entanto, durante a ação, o Ciosp descobriu a farsa da mulher e acionou os policiais.
Os PM’s retornaram à delegacia e registraram o B.O acusando Bruna de falsidade ideológica. No entanto, ela não ficou presa. A Secretaria de Comunicação também informou que ela não é parente de Taques.















Estela 06/06/2015
Ela deve ter feito tudo isso para se vingar do cara, vai vê ele não queria mais ela. Aí armou pra "ferrar" com o cara e se deu mal. Mesmo que ela não ficou presa mais vai responder isso judicialmente.
1 comentários