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05 de Maio de 2017, 08h:30 - A | A

POLÍCIA / LEVARAM R$ 5 MILHÕES

Bandidos que roubaram 10 bancos em MT são pegos no Rio de Janeiro; dois estão foragidos

Augusto Cesar Ribeiro Macaúbas, conhecido como “Gordão”, e Jurandir Benedito da Silva, o “Jura”, são membros da quadrilha que roubou e furtou ao menos 10 agências em MT. O bando foi desarticulado pela Operação Luxus.

RepórterMT/Reprodução

Os acusados foram presos pela Polícia Civil do Rio de Janeiro

Os acusados foram presos pela Polícia Civil do Rio de Janeiro

DA REDAÇÃO



Foram presos em Volta Redonda, no Estado do Rio de Janeiro, dois dos integrantes da quadrilha de roubo e furto a bancos, desarticulada pela Operação Luxus deflagrada na quinta-feira (4).

Augusto Cesar Ribeiro Macaúbas, conhecido como “Gordão”, e Jurandir Benedito da Silva, o “Jura”, foram surpreendidos pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), com apoio do setor de inteligência da Polícia Civil do Rio de Janeiro.

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A polícia suspeitava que eles poderiam estar com um equipamento portátil que desativa todo o sistema de alarme e câmeras de vigilância das agências bancárias, no entanto, o aparelho não foi encontrado com os assaltantes presos no Rio de Janeiro. 

A Polícia Civil não divulgou mais detalhes da prisão de Gordão e Jura.

Desta forma, dos 17 mandados de prisão expedidos pela Vara do Crime Organizado de Cuiabá e pela Comarca de Poconé (100 km de Cuiabá), 15 já foram cumpridos. Ainda estão foragidos, Robson Antônio da Silva Passos, conhecido de ‘Robsinho’ e Julyender Batista Borges, conhecido como Juju/Gera.

Os outros 13 mandados foram cumpridos ainda na manhã de quinta-feira. A quadrilha é responsável pelo roubo a 10 agências bancárias em Mato Grosso, das quais levaram cerca de R$ 5 milhões. 

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Foragidos:Robson Antônio da Silva Passos e Julyender Batista

Dentre os crimes cometidos por eles está o assalto ao Banco do Brasil de Poconé (distante 100 km de Cuiabá), no dia 11 de fevereiro de 2016 e um assalto ao Banco do Brasil, da Avenida Pernambuco, no bairro Morada da Serra II, em 13 de novembro de 2016. 

O bando chegou a ficar um final de semana inteiro dentro da agência de Poconé e contou com apoio do soldado da Polícia Militar, Emanuel da Silva Souza. O militar atuava no monitoramento da polícia da região no momento em que os crimes acorriam. Ficava à cargo de Emanuel atrasar a PM, caso as autoridades tentassem frustrar a ação do bando.

Família do crime

De acordo com o Diogo Santana, os líderes da quadrilha eram Marcus Vinicius Fraga Soares, vulgo ‘pato’ e Gilberto Silva Brasil, vulgo ‘Beto’ ou ‘Showman’. Eles são considerados os “cabeças” da facção que se situava na região do CPA e intitulavam o grupo criminoso " de família”. No total, eles roubaram R$ 5 milhões.

Santana explicou que Pato e Beto chefiavam o núcleo criminoso e angariavam freelancer para cometerem os furtos.

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