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13 de Outubro de 2023, 20h:41 - A | A

POLÍCIA / ESTAVA FORAGIDO

Bandido do PCC que matou policial militar a tiros é preso em MT

Patrique Cáceres do Carmo é acusado de matar o PM Juciel Rocha Professor, em 2018, em Maracaju (MS).

Reprodução

Policial militar Juciel Rocha Professor foi morto com cinco tiros enquanto estava em bar

Policial militar Juciel Rocha Professor foi morto com cinco tiros enquanto estava em bar

JOÃO AGUIAR
DO REPÓRTER MT



O bandido do Primeiro Comando da Capital (PCC), Patrique Cáceres do Carmo, 27 anos, foi preso nessa quinta-feira (12) em Primavera do Leste (231 km de Cuiabá). Ele é acusado de matar o policial militar Juciel Rocha Professor, em 2019, em Maracaju (MS).

De acordo com a Polícia Civil, a equipe da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos recebeu a informação de que Patrique estava escondido na cidade. Durante diligencias, os investigadores confirmaram o paradeiro do criminoso e o localizaram, sentado na frente de um conjunto de quitinetes.

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Ele foi encaminhado para a delegacia da cidade para a formalização do mandado de prisão definitiva decretado pela Comarca de Jardim (MS). Em seguida, foi enviado à cadeia pública local.

O crime

Conforme sites locais, o policial foi executado com cinco tiros por quatro membros do PCC, no dia 10 de fevereiro de 2019.

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O militar estava com a namorada em um bar na região central de Maracaju, quando dois bandidos em uma motocicleta chegaram. O passageiro desceu e atirou pelo menos cinco vezes contra a vítima, que morreu na hora. Os disparos atingiram a cabeça e as costas do policial.

Durante as investigações, a polícia chegou até Fabiano Alves Ferreira, Eduardo Rocha Cavanha, Patrique Cáceres do Carmo e Maicon Barbosa Belo, membros da facção criminosa e apontados como autores do crime. Um quinto envolvido foi morto em confronto com o Batalhão de Choque da Polícia Militar.

Segundo apurado durante o processo, o homicídio foi praticado por vingança, já que o policial trabalhava na linha de frente contra a facção. O MPE/MS (Ministério Público Estadual de Mato Grosso do Sul) apontou ainda que cada integrante do grupo teve uma função específica no plano e execução do militar.

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