facebook-icon-color.png instagram-icon-color.png youtube-icon-color.png tiktok-icon-color.png
Cuiabá, 02 de Junho de 2026
02 de Junho de 2026

29 de Agosto de 2023, 09h:22 - A | A

PODERES / PCHS NO RIO CUIABÁ

Wilson recua sobre suposta propina e ameaças de morte

O deputado afirmou na tribuna da Assembleia Legislativa ter recebido propostas de propina em função de sua opinião contrária à construção das PCHs no Rio Cuiabá.

DO REPÓRTER MT



O deputado Wilson Santos (PSD) recuou das acusações feitas por ele, que ligam a empresa à propina e ameaças de morte, em razão de sua oposição à construção de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) no Rio Cuiabá. A declaração do parlamentar foi em resposta à interpelação/explicação judicial, solicitada pelo grupo Maturati Participações S.A., O parlamentar disse que tais mensagens chegaram por “vias anônimas”, sem mencionar a empresa.

Na época das discussões sobre a instalação das PCHs, Wilson afirmou na tribuna da Assembleia Legislativa ter recebido propostas de propina em função de sua opinião contrária à construção das PCHs no Rio Cuiabá. “Esse assunto não chegou aqui tão pacificamente, como parece. Teve muita conversa atravessada. Teve muito recado. Alguns acham que deputados aqui têm preço”, disse, em uma referência ao grupo Maturati, que tem seis projetos para construção de PCHs no Rio Cuiabá.

>>> Clique aqui e receba notícias de MT na palma da sua mão

Quando questionado judicialmente, o parlamentar afirmou que as supostas mensagens de propina e ameaças de morte teriam chegado de “forma indireta ou por mensagens anônimas”, sem apresentar provas, negando a participação da empresa e do sócio Fernando Vilela, em tais crimes. Essa não é a primeira vez que o deputado volta atrás após acusações.

Em abril deste ano o Wilson Santos afirmou que facções criminosas têm elegido vereadores, deputados “e daqui a pouco começam a eleger prefeito”. A atuação das facções, segundo o deputado, ficou clara quando ainda em campanha, o deputado teria sido proibido de realizar palanque em determinados bairros da Capital.

Ainda segundo Wilson, quando denunciou à Secretaria Pública de Segurança, o então secretário da pasta, Alexandre Bustamante, teria dito que deputados haviam o procurado pedindo instalações de tomadas nas celas dos líderes do Comando Vermelho nos presídios.

O governador Mauro Mendes rechaçou as falas e um inquérito foi aberto para apurar as denúncias do deputado.

Comente esta notícia