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Cuiabá, 02 de Junho de 2026
02 de Junho de 2026

02 de Junho de 2026, 11h:47 - A | A

CIDADES / LANTERNA ACADÊMICA

UFMT cai 33 posições em ranking mundial de universidades e fica em 1.778º lugar

Universidade mato-grossense acompanhou a tendência nacional de queda e aparece na 43ª colocação entre as instituições brasileiras avaliadas pelo CWUR

DO REPÓRTERMT



A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) caiu 33 posições no ranking mundial de universidades elaborado pelo Centro para Rankings Universitários Mundiais (CWUR). Na edição de 2026, divulgada na segunda-feira (1º), a instituição aparece na 1.778ª colocação entre as melhores universidades do mundo. No levantamento anterior, ocupava a 1.745ª posição.

A queda da UFMT acompanha o desempenho da maior parte das universidades brasileiras avaliadas pelo ranking. Conforme o CWUR, 45 das 52 instituições de ensino superior do país presentes na lista perderam posições nesta edição, o equivalente a 87% do total.

Entre as brasileiras, a Universidade de São Paulo (USP) segue como a mais bem colocada, ocupando a 119ª posição mundial, apesar de também ter registrado queda em relação ao levantamento anterior. Na sequência aparecem a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em 346º lugar, e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), na 379ª colocação. Já a UFMT figura na 43ª posição entre as instituições brasileiras presentes no ranking.

Segundo a entidade, o recuo das universidades brasileiras está relacionado principalmente ao desempenho em pesquisa científica e ao aumento da concorrência internacional com instituições que contam com maiores investimentos em ensino superior e produção acadêmica.

No cenário internacional, a Universidade Harvard manteve a liderança pelo 15º ano consecutivo. O pódio é completado pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e pela Universidade Stanford.

Para elaborar o ranking, o CWUR utiliza indicadores ligados à qualidade da educação, empregabilidade dos ex-alunos, qualificação do corpo docente e desempenho em pesquisa científica. Nesta edição, foram analisadas mais de 21 mil instituições de ensino superior em todo o mundo.

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