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Cuiabá, 23 de Junho de 2026
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24 de Junho de 2018, 17h:08 - A | A

PODERES / ESPAÇO NA MAJORITÁRIA

Wellington pede humildade a aliados para aceitar divisão de vagas de vice e senador

Declaração do pré-candidato ao Governo é quanto à disputa interna que pode atrapalhar a continuidade do grupo de aliados.

MIKHAIL FAVALESSA
DA REDAÇÃO



O senador e pré-candidato ao Governo do Estado, Wellington Fagundes (PR) tenta acomodar os interesses de diversos partidos em seu arco de aliança, sem perder nenhuma sigla. Entre as vagas cobiçadas estão a de candidato a vice-governador e duas candidaturas ao Senado Federal.

“Se alguém for exigente, prepotente, dificulta. E até agora, todas as conversas que nós temos tido são no sentido da harmonia”, disse Wellington na terça-feira (19).

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Recentemente, o deputado federal Valtenir Pereira (MDB) afirmou que a sigla busca indicar nomes tanto para vice quanto para senador na chapa do senador Wellington Fagundes. A posição, contudo, não é consenso na sigla. O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), já afirmou que caso o ex-governador Jayme Campos (DEM) seja candidato ao Senado, ele se sentiria contemplado.

“Se alguém for exigente, prepotente, dificulta. E até agora, todas as conversas que nós temos tido são no sentido da harmonia”, disse Wellington.

De acordo com Fagundes, além de PR e MDB, PP, PTB e PC do B já estariam certos no arco de alianças. O PSD, do ex-vice-governador Carlos Fávaro, é considerado ainda incerto – ele é pré-candidato ao Senado e tem sido 'cortejado' para compor a chapa do DEM, que trabalha para lançar Mauro Mendes ao Governo do Estado.

“Eu tive a felicidade de ser eleito pelo grupo como candidato único a governador, então nós vamos compor a chapa. Não tem duas vagas para vice, nós temos uma vaga. Temos duas vagas para senador e mais quatro suplentes. Dentro disso eu acho que será possível abrigar a todos. O MDB sabe da responsabilidade que nós temos em assumir esse Estado”, disse Wellington.

O senador destacou que o presidente regional do MDB, deputado federal Carlos Bezerra deve ser uma voz decisiva na escolha dos candidatos.

“O MDB tem tamanho, tem história, tanto no Estado como no Brasil. Tem um líder que é a expressão maior do MDB, que é o Carlos Bezerra, e com outras tantas lideranças. Nós teremos a maturidade suficiente para dialogar e encontrar o melhor caminho. Eu tenho certeza que, como nós de todos estes partidos estamos conversando há muito tempo.Essa aliança está sendo construída desde o ano passado, logo após as eleições. E como nós queremos ampliar essas alianças, nós vamos dialogar e encontrar os melhores candidatos”, declarou.

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