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05 de Novembro de 2019, 14h:33 - A | A

PODERES / ACUSAÇÃO DE ASSÉDIO SEXUAL

Toninho de Souza: Comissão de Ética da Câmara não recebeu denúncia contra Adevair

Segundo o presidente da Comissão, caso alguma denúncia seja protocolada, o trabalho será de absoluta isenção.

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Toninho de Souza, presidente da Comissão de Ética da Câmara de Cuiabá.

Toninho de Souza, presidente da Comissão de Ética da Câmara de Cuiabá.

RAFAEL MACHADO
DA REDAÇÃO



O presidente da Comissão de Ética da Câmara de Cuiabá, vereador Toninho de Souza (PSD), disse que ainda não recebeu nenhuma representação contra o vereador Adevair Cabral (PSDB).

O tucano foi acusado de assédio sexual contra uma ex-servidora da Saúde de Cuiabá.

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Segundo Toninho, caso alguma denúncia seja protocolada, o trabalho da comissão será de absoluta isenção.

“Se chegar algo assim, como estamos investigando o vereador Abílio [Júnior, PSC] como investigamos outros vereadores, faremos o nosso trabalho com absoluta isenção e com absoluta responsabilidade”, ponderou Toninho de Souza.

 “Qualquer um que se sentir prejudicado tem o dever de representar. Em relação ao vereador Adevair Cabral não houve nenhuma representação até o momento. Nem daquilo que está no Ministério Público, que aconteceu na Aspe [Associação dos Servidores da Prefeitura de Cuiabá], e muito menos do fato relacionado a essa servidora”, destacou.

“Se chegar algo assim, como estamos investigando o vereador Abílio [Júnior, PSC] como investigamos outros vereadores, faremos o nosso trabalho com absoluta isenção e com absoluta responsabilidade”, ponderou.

Na sessão desta terça, Abílio usou a tribuna para relatar que uma servidora havia denunciado o vereador por assédio sexual.

Em entrevista ao , o tucano disse que está sendo vítima de perseguição política e que vai representar criminalmente Abílio por calúnia e difamação.

Ele negou que tenha cometido o crime e ainda garantiu que não há qualquer investigação contra ele, movida no Ministério Público do Estado (MPE), sobre acusações de favorecimento à prostituição, exploração sexual de vulnerável e crime contra criança e adolescente.

Veja a entrevista.

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