MIKHAIL FAVALESSA
DA REDAÇÃO
O deputado federal Adilton Sachetti (PRB) indicou que deve mirar seu nome como o segundo voto para o Senado Federal na região de Rondonópolis, onde foi prefeito e tem base eleitoral. Sachetti disputa uma vaga ao Senado na chapa do senador e candidato ao Governo Wellington Fagundes (PR), também da mesma região.
“Eu tenho certeza que muitos deles me darão o segundo voto, porque além de tudo tem o interesse da cidade, da região, e do Estado. A eleição de senador dá essa opção do segundo voto. Você dá o primeiro voto para aquele que você tem convicção que é o melhor e o segundo voto você pode optar por um segundo que nem sempre vai ser da sua chapa. E aí você vota naquele que vai realmente te convencer no argumento”, disse ao
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Neste ano, dois senadores serão eleitos em Mato Grosso. Os mandatos do ministro da Agricultura e senador licenciado, Blairo Maggi (PP), e do senador José Medeiros
Sem rusgas. A gente tem que entender que o nosso adversário de hoje, por esse sistema eleitoral que nós temos, ele pode ser o nosso companheiro de amanhã
(Podemos) se encerram em dezembro. Medeiros é candidato a deputado federal e Maggi deixará a vida pública, ao menos por enquanto.
O prefeito de Rondonópolis, Zé Carlos do Pátio (SD), é um dos coordenadores da campanha do governador Pedro Taques (PSDB) na região. A chapa tucana tem o deputado federal Nilson Leitão (PSDB) e a juíza aposentada Selma Arruda (PSL) como candidatos ao Senado. O apoio do ministro Blairo Maggi, também com influência na região, deve ser fundamental para decidir os votos a favor de Sachetti.
“Acho que vai ter uma convergência muito maior. Nós temos muito mais coisas em comum entre nós todos do que nos separam. Então, em muita coisa nós vamos convergir. Temos nossas disputas pessoais, mas em algumas pautas nós vamos somar. Eu tenho certeza que eu posso chegar lá e pedir para os grupos que têm seu primeiro candidato ao Senado o segundo voto para eles que não são do meu grupo. Com a maior tranquilidade”, afirmou o candidato.
Sachetti defendeu uma relação de disputa, mas sem ataques e sem rusgas em questões pessoais. “A gente tem que entender que o nosso adversário de hoje, por esse sistema eleitoral que nós temos, ele pode ser o nosso companheiro de amanhã”, disse.
Para além de Rondonópolis, Sachetti buscou regionalizar sua candidatura. O ex-prefeito de Cuiabá Chico Galindo (PTB) é o primeiro suplente da chapa, contemplando a região da baixada cuiabana. Do norte do Estado vem a empresária Alessandra Nicolli (PRB), dando musculatura estadual para a candidatura.
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Henrique Malheiro 19/08/2018
Quero perguntar a este deputado federal Saqueti oque o sr. fez pelo Estado de Mato Grosso neste 4 anos que esta em Brasilia ? Pelo que sei quase nada, agora quer ser SENADOR. Pra que, so' por vaidade ou pelo alto salario de Congressista. O Medeiros fez muita mais que voce. Nao merece o nosso voto.
1 comentários