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26 de Setembro de 2026

16 de Junho de 2025, 15h:34 - A | A

PODERES / TAXAÇÃO DE INVESTIMENTOS

Pivetta sobre MP do Governo Federal: "O povo não aguenta mais imposto"

O Governo Federal anunciou as mudanças na última quarta-feira (11). O governo estima arrecadar R$ 31,4 bilhões até 2026 com a MP.

Christiano Antonucci - Secom - MT

Pivetta criticou a medida provisória editada pelo Governo Federal

Pivetta criticou a medida provisória editada pelo Governo Federal

DAFFINY DELGADO
APARECIDO CARMO
DO REPÓRTERMT



O governador em exercício de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), criticou nesta segunda-feira (16) a medida provisória editada pelo Governo Federal que altera a tributação sobre investimentos e encerra isenções como as de LCIs, LCAs e CRIs, atualmente isentas de Imposto de Renda. O Executivo federal estima arrecadar R$ 31,4 bilhões até 2026 com a MP.

Pivetta afirmou que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem focado apenas em aumentar a arrecadação, enquanto estados como Mato Grosso priorizam o corte de gastos.

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Ele lembrou de quando ele e o governador Mauro Mendes (União) assumiram o comando do Palácio Paiaguás e pegaram o Executivo de Mato Grosso completamente endividado. “O Governo Federal, desde o início desse atual governo, se preocupa muito em aumentar a receita. Nós que estamos governando aqui (Mato Grosso), no início, uma das reformas administrativas foi o corte de despesas”, declarou.

As mudanças anunciadas pelo governo federal no último dia 11 estabelecem uma alíquota de 5% de Imposto de Renda para aplicações hoje isentas, como letras de crédito imobiliário e do agronegócio, além de fixar em 17,5% a tributação de investimentos como CDBs e Tesouro Direto, independentemente do prazo.

Para Pivetta, o caminho deveria ser o inverso. “O governo federal precisa adotar essa estratégia que é a mais simples de todas. Só que precisa boa vontade e vontade política. Cortar despesas, o povo não aguenta mais imposto, não aguenta mais pagar para os governos e não receber nada em troca”, completou.

As novas alíquotas estão previstas para entrar em vigor a partir de 1º de janeiro de 2026, mas o texto ainda precisa passar pela análise do Congresso Nacional, onde pode sofrer alterações.


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