Conexão Poder

O chefe do Ministério Público, Mauro Curvo diz que confia que o governador Pedro Taques fará os repasses, conforme combinado.
DA REDAÇÃO
O procurador geral de Justiça de Mato Grosso, Mauro Curvo afirmou em entrevista ao programa Conexão Poder, que a situação financeira do Ministério Público do Estado é tão crítica que está chovendo na sede da instituição, que está sem dinheiro para fazer os reparos.
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“Tem lugar que está chovendo lá dentro, sim. Tem lugar que está chovendo e o pessoal manda a filmagem no WhatsApp, mas infelizmente a gente está priorizando pagamento de salário dos nossos servidores, terceirizados e aquelas contas que a gente não trabalha sem", explicou o chefe do MP.
“Tem lugar que está chovendo lá dentro, sim. Tem lugar que está chovendo e o pessoal manda a filmagem no WhatsApp, mas infelizmente a gente está priorizando pagamento de salário dos nossos servidores, terceirizados e aquelas contas que a gente não trabalha sem, tipo água e energia”, explicou.
A situação ocorre porque, por meio de acordo com o Governo do Estado, para saldar dívidas do Executivo, o Ministério Público aceitou receber apenas 80% do duodécimo até maio.
Curvo destaca que fez o compromisso com o governador Pedro Taques (PSDB) confiando que o MP vai receber os 80% normalmente e os R$ 10 milhões, que ficarão pendentes ainda em 2018.
"A gente pode chegar nesse ponto de não ter mais o que cortar e ter que cortar em despesas que dizem respeito a operações", alertou.
O chefe do Ministério Público destaca que caso o acordo não seja cumprido, a instituição não terá condições de pagar seus compromissos e nem de efetuar operações.
“O que não pode acontecer é dizer que vai repassar e não repassar, porque se isso acontecer não tem o que fazer. Se não receber, a gente não tem como pagar. (...) a gente pode chegar nesse ponto de não ter mais o que cortar e ter que cortar em despesas que dizem respeito a operações e operações para o Ministério Público de Mato Grosso, eu digo que tem poucos ministérios no Brasil que têm tantas por fazer que nem como nós aqui”, ressaltou.
Entre as operações que devem ter desdobramentos, se destacam a Operação Bereré, que apura esquema de propina e desvio de dinheiro público através de contrato entre a EIG Mercados e o Detran, assim como as investigações sobre a delação do ex-governador Silval Barbosa, que afeta diretamente uma série de políticos em Mato Grosso.















Benedito Addôr 05/03/2018
Então empatou com a minha casa aqui na Ilha da Banana, depois da demolição desastrada feita pela Secid, das casas geminadas (dos lados) e do Centro Comercial Morro da Luz (nos fundos). Marretadas, máquina pesada, árvore, vala, abalaram a casa e desvalorizaram acentuadamente o imóvel. Sim, derrubaram uma árvore em cima da casa, que ficava no vizinho junto à parede. Uma parte da parede caiu em cima da casa, quebrando telhas do corredor até os fundos, além de caibros e ripas. Agora chove mais dentro da casa do que fora. A Defensoria Pública está pedindo que a Secid repare os danos. Se de um lado da casa está assim, do outro, porque fizeram uma vala enorme rente à parede da casa, chuvas pesadas estão infiltrando muita água no alicerce e tornando as paredes pesadas. Já começo a achar que fizeram tudo isso de propósito para forçar a minha saída da casa e no final pagarem uma micharia de indenização pela desapropriação. Afinal de contas sou cuiabano, meu pai era cuiabano, meu avô era cuiabano e meu bisavô chegou por aqui em 1864, quando encontrou minha bisavó que já morava por aqui.
Henrique Lopes 05/03/2018
Já pensaram em cortar os privilégios e mordomias? Corta as V. I. absurdas que existem e vai dar pra arrumar muita coisa.
2 comentários