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Cuiabá, 04 de Junho de 2026
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20 de Julho de 2022, 07h:10 - A | A

PODERES / TETO DO TSE

Mauro pode gastar até R$ 7,1 milhões no primeiro turno e R$ 3,5 milhões no segundo

Entenda de onde vem o dinheiro que financia as campanhas eleitorais este ano

EUZIANY TEODORO
DO REPÓRTER MT



O governador Mauro Mendes (União Brasil) pode alcançar um orçamento generoso para sua campanha à reeleição este ano. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou qual o teto de gastos das campanhas e o cargo de governador é o que pode ter maior orçamento em Mato Grosso.

No primeiro turno, Mauro pode gastar até R$ 7,115 milhões, com um adicional de R$ 3,557 milhões, se houver segundo turno. Até este momento, a oposição não se organizou para lançar um nome de peso e a reeleição de Mauro segue sem grandes ameaças.

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O segundo cargo que mais pode gastar é para a única vaga disponível no Senado Federal. O orçamento pode chegar a R$ 3,811 milhões.

Em Mato Grosso, há três nomes principais na disputa: Wellington Fagundes (PL), que tenta a reeleição ao Senado; Neri Geller (PP), que espera se “promover” de deputado federal para senador; e a novata Natasha Slhessarenho (PSB), médica e filha da lendária Serys, que já foi senadora e deve disputar vaga na Câmara Federal, em “dobradinha” com a filha.

Os valores foram autorizados por meio da Portaria nº 647/2022 do TSE. Eles representam os mesmos valores das Eleições 2018, atualizados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), aferido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A atualização do IPCA teve como termo inicial o mês de outubro de 2018 e como termo final o mês de junho de 2022 e foi calculada pela Secretaria de Modernização, Gestão Estratégica e Socioambiental (SMG) do TSE.

Para as oito vagas de deputado federal destinadas a mato Grosso, foi autorizado o gasto de até R$ 3,176 milhões na campanha. Para deputado estadual, que tem 24 vagas em Mato Grosso, é possível gastar até R$ 1,270 milhão. Os valores para deputado federal e estadual são os mesmos para todos os Estados da Federação.

O valor mais alto autorizado para o pleito 2022 é para a campanha à Presidência da República. No primeiro turno, os candidatos poderão gastar até R$ 88,944 milhões. No segundo turno, haverá um acréscimo de R$ 44,472 milhões.

De onde vem o dinheiro?

O montante usado na campanha pelos candidatos é proveniente dos fundos partidários e também pode contar com doações, mas apenas de pessoas físicas e limitadas a 10% daquilo que a pessoa declarou ao imposto de renda no ano anterior.

O TSE divulgou o valor do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), o fundo eleitoral, em junho. O montante a ser destinado aos 32 partidos políticos nas eleições majoritárias deste ano é de R$ 4,9 bilhões.

O partido que leva a maior fatia, devido ao número de filiados, é o União Brasil, que fica com 15,77% do total do fundo, ou seja, R$ 782,5 milhões para a campanha eleitoral. É desta fatia que o governador Mauro Mendes se beneficiará em Mato Grosso.

Na sequência de valores, estão o PT, com 10,15%, o equivalente a R$ 503,3 milhões e o MDB, com 7,2%, R$ 363,2 milhões. PSD tem 7,05%, totalizando R$ 349,9 milhões e o PP, com 6,95%, receberá R$ 344,7 milhões, seguido pelo PL, com 5,82%, e pelo PSB, com 5,42%. O Novo renunciou ao repasse destinado à legenda. Veja aqui a tabela completa do TSE. (Com informações: Agência Senado)

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jj 20/07/2022

como que são as coisas, enquanto os políticos gastam milhões nas campanhas, nós população somos obrigados a trabalhar voluntario pelo TRE....isso temm cabimento!

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1 comentários