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Cuiabá, 04 de Junho de 2026
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14 de Setembro de 2022, 10h:55 - A | A

PODERES / CRIAM DESPESAS E CORTAM RECEITAS

Mauro Mendes chama Congresso Nacional de irresponsável; "Podem quebrar o Brasil"

“Como você vai sobreviver cortando receita e aumentando despesa? Não tem mágica, gente. Se essa irresponsabilidade fiscal continuar o Brasil quebra rapidinho”, disse

DAFFINY DELGADO
DO REPÓRTER MT



O governador Mauro Mendes (União Brasil) criticou, na noite de terça-feira (13), o Congresso Nacional por cortar receitas de Estados e municípios, mas criar despesas. Ele apontou irresponsabilidade fiscal e risco de quebrar o Brasil.

"O Congresso Nacional está muito engraçadinho, eles cortam receita e criam despesas, eles estão querendo quebrar o Brasil”, disse.

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Mauro ainda destacou se a ‘irresponsabilidade fiscal’ continuar sendo praticada pelo Congresso, o Brasil vai quebrar muito em breve.

“Como você vai sobreviver cortando receita e aumentando despesa? Não tem mágica, gente. Se essa irresponsabilidade fiscal continuar o Brasil quebra rapidinho”, emendou.

Segundo ele, exemplo disso é a lei aprovada em Brasília que cria um piso salarial para os profissionais da saúde, mas não destina receita para isso, o que impacta gravemente os municípios financeiramente.

Solidez fiscal

No Ranking de Competitividade dos Estados, divulgado na terça-feira (13), Mato Grosso alcançou o 5º lugar, subindo duas posições em relação ao ranking de 2021.

Leia mais: Com Mauro Mendes, Mato Grosso chega ao 5º lugar entre os Estados mais competitivos do país

O principal destaque do Estado foi no quesito Solidez Fiscal, no qual ficou em 1º lugar. O pilar é considerado a condição fundamental para o crescimento sustentável, com impacto direto na credibilidade fiscal e financeira dos Estados. Em 2019, Mato Grosso ocupava a 24ª posição no ranking.

O Ranking de Competitividade avalia 86 indicadores distribuídos em 10 pilares temáticos, sendo eles Segurança Pública, Sustentabilidade Social, Infraestrutura, Educação, Solidez Fiscal, Eficiência da Máquina Pública, Capital Humano, Inovação, Potencial de Mercado e Sustentabilidade Ambiental. Mato Grosso apresentou avanço em 6 deles.

Para o vice-governador Otaviano Pivetta, o avanço é fruto de todo o trabalho realizado ao longo da gestão, sobretudo nos meses iniciais, quando foram adotadas medidas para contenção de gastos e aumento de receita.

"No primeiro ano fiscal de governo encontramos desorganização nas contas, restos a pagar, e uma folha de pagamento que ocupava 60% de toda a receita. Uma desordem total. Então, fizemos um grande pacto com a Assembleia Legislativa e implementamos uma reforma ampla, com diminuição de gastos, aumento sensível de receita e buscamos o equilíbrio das contas", relatou.

"O Estado, hoje, tem uma capacidade de investimento de até 15% da Receita Corrente Líquida. Estamos construindo seis grandes hospitais, temos projetos para mais de 2,5 mil quilômetros de rodovias, então, o Estado, hoje, está nos trilhos e com recursos organizados para ter um ciclo de crescimento muito bom", completou.

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joamir barbosa 15/09/2022

Sugestão, para não quebrar o Pais, so acabar com a mordomia dos Politicos, Engraçado que quando é para beneficiar a classe trabalhadora, eles tem argumentos e falam grosso. Quando é para beneficiar as classes, Politica, MP, TJ, STF, etc, tudo é permitido, tudo pode . Como exemplo olha o custo do STF. A Democracia so é boa para quem Governa, o povo que se dane.

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Jose 14/09/2022

Não vai quebrar o Brasil, pode ficar tranquilo, agora se vc como gestor precisou entrar para política para salvar suas empresas que vc conseguiu quebrar, agora está recuperando com tantos impostos que vc inventou né, até o sol vc queria taxar ia ganhar até de outros países parabéns, agora taxa a chuva o ar, pois essa mudança de modal modal é para tampar o rabo de alguém, pois o dinheiro investido quem vai devolver aos cofres públicos, pois brincar com a máquina pública e fácil a população tem memória de peixe esquece das coisas rápido, não faz o concurso público mas paga multa diária, igual os vagões trocou o modal mais tem que pagar o estacionamento para os vagões ficar guardado isso custa 200,000 mil mês, igual as obras se o ministério público não tivesse mandado não iria fazer obras de hospital igual o RGA do servidor público promessas e promessas mais ser homem pra cumprir tem que ter culhão.

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2 comentários