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Cuiabá, 19 de Junho de 2026
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12 de Julho de 2019, 15h:49 - A | A

PODERES / RESPOSTA A DEPUTADOS

Mauro: Estamos impedidos de dar aumento; nada mudou quanto à lei

Declaração é sobre a proposta de parcelar em três vezes o reajuste de 7,69% dos professores do Estado.

MARCIO CAMILO
DA REDAÇÃO



O governador Mauro Mendes (DEM) foi enfático ao declarar, na tarde desta sexta-feira (12), que nada mudou no quesito sobre o dever de cumprimento à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), quanto ao estouro no gasto com pessoal, portanto é negativa, sua resposta à Assembleia Legislativa sobre a proposta de parcelar em três vezes o reajuste de 7,69% dos servidores da Educação, que estão em greve desde o dia 27 de maio.

“Existe a prevalência de leis e diz claramente, que estourando o limite de gastos como pessoal nós ficamos impedidos de dar qualquer aumento na folha salarial e nada disso mudou na última semana, e enquanto não mudar nós não temos condições”, reforçou.

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Sobre a ameaça de deputados da oposição em ‘trancar a pauta’ de votação da Assembleia, o governador ironizou que a medida também não produz condições para que o Governo pague o reajuste cobrado pela categoria.

“Existe a prevalência de leis e diz claramente, que estourando o limite de gastos como pessoal nós ficamos impedidos de dar qualquer aumento na folha salarial e nada disso mudou na última semana, e enquanto não mudar nós não temos condições”, reforçou.

“Se obstruir a pauta for mudar a Lei de Responsabilidade Fiscal ou fazer entrar mais dinheiro no caixa, o que também muda, ok, sem problemas, está resolvido. Se fazer proposta também resolver o problema da LRF for fazer entrada de dinheiro no caixa, ok; problema resolvido, nada disso aconteceu”, criticou Mendes.

O chefe do Executivo pontuou que respeita os deputados e o papel parlamentar de manter o diálogo com os servidores, mas destacou que cabe ao Governo a decisão.

“Eles ouviram e encaminharam a proposta. Nós estamos aqui para ouvir, mas decidir em cima da verdade e de fatos concretos. Eu não posso ser, e nós não seremos, uma administração irresponsável, que vai ficar dando cheque sem fundos, autorizando gastos, obras”, argumentou.

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