RAFAEL MACHADO
DA REDAÇÃO
O governador Mauro Mendes disse que o seu partido, Democratas, tem bons nomes que podem disputar uma eventual eleição suplementar ao Senado - caso a senadora Selma Arruda (PSL) não consiga reverter o processo de cassação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), entre eles, o ex-governador Júlio Campos.
Júlio tem analisado o cenário, principalmente, após a procuradora-geral da República Raquel Dodge emitir parecer favorável à cassação de Selma Arruda e apontado uma nova eleição.
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“Qualquer um pode ser candidato. Júlio pode, qualquer um pode. Qualquer partido político tem o dever de ter bons quadros. Eu acho que o DEM tem bons quadros, qualquer partido político tem o dever de se apresentar ao debate político para oferecer alternativas para sociedade”, disse Mauro.
“Qualquer um pode ser candidato. Júlio pode, qualquer um pode. Qualquer partido político tem o dever de ter bons quadros. Eu acho que o DEM tem bons quadros, qualquer partido político tem o dever de se apresentar ao debate político para oferecer alternativas para sociedade”, disse durante coletiva na segunda-feira (16), no Palácio Paiaguás.
“Afinal de contas esse é o papel dos partidos tem, se organizar, fazer debates internos, construir nomes e apresentar ao debate de ideias perante a sociedade num processo eleitoral”, defendeu.
O processo de cassação de Selma está em sendo analisado pelo TSE. Em abril, o Pleno do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso cassou a chapa composta pela senadora e pelos suplentes Gilberto Possamai e Cleire Fabiane, 1° e 2° suplentes, por abuso de poder econômico e caixa dois. A juíza aposentada recorreu ao TSE, que analisa o processo.
Ele comentou que o assunto, para ele, é coadjuvante é que neste momento está mais preocupado em colocar as contas do Estado em dia.
“Agora, como governador do Estado de Mato Grosso não estou focado nesse debate eleitoral. Primeiro não sabe quando ele vai acontecer, isso pode acontecer um mês, dois meses, seis meses e tenho problemas mais reais e que interessa mais ao cidadão para decidir hoje, semana que vem, daqui a dez dias, quinze dias. Não fico focado nessa questão eleitoral, isso pra mim nesse momento é coadjuvante”, ressaltou.
















