DAFFINY DELGADO
DO REPÓRTER MT
O governador Mauro Mendes (União Brasil) defendeu na quinta-feira (06), detonou institutos de pesquisa por apontarem que o presidente Jair Bolsonaro (PL) seria derrotado no primeiro turno. Para ele, o que aconteceu em alguns estados "foge de qualquer questão técnica" e se tornou um "caso de polícia".
“São Paulo e tanto outros lugares pelo Brasil são exemplos assim inquestionáveis que algo que foge a técnica, que foge ao princípio de margem de erro”, disse em entrevista à Jovem Pan News, na noite de quinat-feira (06). Assista abaixo
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Esta semana, o ministro da Justiça, Anderson Torres, solicitou que a Polícia Federal investigue a atuação dos institutos de pesquisa nas campanhas eleitorais.
Por meio das redes sociais, o chefe da pasta explicou que o pedido atende a uma representação que citou “condutas que, em tese, caracterizam a prática de crimes perpetrados”.
Vale ressaltar, que o Congresso Nacional avalia a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar as supostas irregularidades.
Mauro destacou que as pesquisas eleitorais foram um instrumento "maldoso" para influenciar os eleitores e espera que as investigações aconteçam.
"Teve casos absurdos de erro que chegam parecer que não era erro e sim outra coisa. Espero que as investigações possam conduzir porque isso acaba influenciando; isso é um instrumento muito maldoso e malicioso de tentar influenciar o eleitor e influencia", afirmou.
"Infelizmente têm pessoas que votam em quem acha que vai ganhar ou que tende a votar em quem acha que vai ganhar e isso não pode mais continuar acontecendo", acrescentou.
Em relação a Mato Grosso, o governador disse que os institutos locais erraram em algumas pesquisas realizadas no Estado, mas que “é tolerável” foi estarem dentro da margem de erro.
“No meu estado eu posso dizer que os institutos erraram, mas dentro da margem de erro. Então, é tolerável que isso aconteça. Agora, em outros lugares no Brasil são casos de polícia realmente e não de instituto de pesquisa”, finalizou.













Marcos Vinícios 09/10/2022
É inacreditável a postura de certos "democratas"(ou seriam oportunistas) diante do risco iminente que corre a nossa democracia. O que está em jogo não é Lula ou Bolsonaro. O que está em jogo é um modelo de sociedade. Reflitam: - Em qualquer país do mundo, a apreensão de cocaína em uma avião presidencial seria um grande escândalo passível de punição severa. - Se um negro disparasse uma arma, como fez o ministro da educação deste desgoverno, em um aeroporto, colocando em risco a vida de pessoas, este seria tratado com todo o rigor, podendo inclusive morrer. - Orçamento secreto, é seguramente o maior esquema de corrupção já visto no mundo.(R$ 53 bilhões) - São inaceitáveis crimes como o que ocorreu em Foz do Iguaçú, em nome de um ser "supremo". - Fechar o STF e o Congresso Nacional é fazer o que Hugo Chavez fez na vizinha Venezuela, diferentemente do que pensam os Bolsonaristas. - A sociedade não pode aceitar como normal a prática de rachadinhas... - A sociedade não pode aceitar como normal a compra de 51 imóveis com dinheiro vivo da família tida como cristã... - Um presidente que nega ao seu povo o direito de se proteger contra um vírus terrível não pode ser cristão... - Um homem desequilibrado, considerado párea para o mundo, não pode ser a melhor alternativa para a nossa política internacional. Por trás das pautas de costumes está algo muito mais grave; uma sociedade que tenta se impor pela cor da pele e condição financeira. E pensar que boa parte da classe média brasileira, tornou-se classe média graças à política econômica de governos passados, os chamados emergentes. É compreensível que os emergentes ganharam dinheiro mas continuaram medíocres, culturalmente falando. Esta gente não entendeu que um país da dimensão do Brasil precisa saber equilibrar o Capital com o Trabalho, sob pena de uma convulsão social que é o que vai acontecer. Além disso, para a reflexão, não são as preferencias de um individuo que devem nortear o debate. O que nos preocupa é a economia arrasada, a educação desmantelada, o desemprego e a falta de perspectiva para as pessoas de baixa renda. E a bem da verdade; nos 13 anos do governo do PT nunca se fechou uma igreja e jamais se permitiu o uso do mesmo banheiro por meninas e meninos. Isso são narrativas da extrema direita raivosa, para demonizar quem luta por justiça social. Além do mais, já se passaram quase 6 anos desde que o PT deixou o comando do país e a vida da população não melhorou em nada. A história vai se cobrar dos "democratas", se a tragédia que se avizinha de fato acontecer.
Eduardo Alvarenga 09/10/2022
Instituto de pesquisa e a maior Fraude. Nunca havia sido pesquisado sobre eleição, este ano me ligaram duas vezes, e as duas vezes foi muito estranho, perguntaram somente para presidente, e em quem iria votar. Acho que não foi a resposta esperada, ficaram insistindo na mesma pergunta umas 4 vezes. E no final ainda perguntava se no ultimo minuto não poderia mudar. RSSSSSSS
Vitorio 08/10/2022
Verdade Rato Branco vc não deveria ter ganho seu mané!
Alberto 08/10/2022
Eh Mauro, já fala como um bolsominio legítimo. Lula não venceu no 1 turno por 1,6 %, dentro da margem de erro.
Lopy 08/10/2022
Os erros são claramente de propósitos, nos colégios menores, como em MT, onde o número de eleitores tem um peso menor, eles divulgam a pesquisa o maior próximo da verdade e nos colégios decisivos os resultados são mascarados. Espero que o congresso trate esse assunto com seriedade.
Patati Patatá 08/10/2022
E os institutos que davam vitória ao Bozo no 1º turno estavam corretos? Não me faça morrer de rir com mentiras plantadas Sr. Mendes! Aceita a derrota que dói menos.
6 comentários