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28 de Setembro de 2026

06 de Julho de 2024, 08h:41 - A | A

PODERES / FIM DE PAPO

Mauro anuncia que abrirá licitação para empresas interessadas em operar o BRT

Nesta semana, os deputados estaduais e pré-candidatos à Prefeitura de Cuiabá, Eduardo Botelho (Uniã) e Lúdio Cabral (PT) se desentenderam por causa da licitação do modal.

Mayke Toscano

Mauro vai abrir licitação para empresas interessadas em operar BRT

Mauro vai abrir licitação para empresas interessadas em operar BRT

FERNANDA ESCOUTO
DO REPÓRTERMT



O governador Mauro Mendes (União) anunciou na sexta-feira (5), que o Estado fará uma licitação para definir a empresa que irá operar o BRT.

Mendes afirmou, por meio de nota, que ficou sabendo pela imprensa sobre a assinatura de um termo aditivo, em dezembro de 2022, “que permite a interpretação, de modo totalmente impróprio, que a atual concessionária do serviço público de transporte coletivo entre Cuiabá e Várzea Grande, poderá operar o BRT sem a realização de licitação”.

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“Já havia manifestado recentemente, de forma contundente, que será realizada a licitação para operação do novo modal”, diz trecho da nota.

Discussão no Plenário

Nesta semana, os deputados estaduais e pré-candidatos à Prefeitura de Cuiabá, Eduardo Botelho (Uniã) e Lúdio Cabral (PT) se desentenderam por causa da licitação do modal.

O desentendimento começou quando o petista apresentou um Projeto de Lei que propõe que que seja feita licitação do BRT e que a tarifa seja fixada no valor de R$ 1 por 5 anos.

Lúdio cobrou Botelho para que a votação do projeto fosse em urgência urgentíssima, já que ele teria conseguido 11 assinaturas dos deputados.

Contudo, quando o projeto foi à votação, Botelho pediu a recontagem das assinaturas e os deputados da base aliada do governo Mauro Mendes (União) começaram a pedir as retiradas das assinaturas. Com as retiradas, a proposta ficou apenas com o apoio do deputado Wilson Santos (PSD).

Lúdio e Botelho então tiveram uma discussão acalorada e com direito a empurrões.

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“Não dá pra nós aprovarmos um projeto com demagogia, com mentira, pra enganar o povo só porque é período eleitoral, dizer: 'olha, eu aprovei um projeto que vai ser um real'. Sabe que é algo que pode ser inviável. Então, não adianta nós virmos com essas mentiras, com essas demagogias. Não é por aí”, disse Botelho.

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